Dica de Compra: Suporte para POST-IT

post-it 6

Eu não sei de vocês, mas eu AMO coisinhas de papelaria. Vez ou outra eu levo meus clientes para comprar coisinhas nas papelarias daqui e, alguns (principalmente ALGUMAS 😉 ) clientes ficam maravilhados com esses suportes para post-it. Eu sei que, em algumas cidades do Brasil eles já se encontram disponíveis, mas para algumas pessoas eles ainda são uma novidade 🙂

Eles são facilmente encontrados nas papelarias e livrarias em NY (e acredito que em todo o país).

Selecionei alguns que achei os mais fofos: ❤

Essas bolsas são um charme e, disparado, são as preferidas das minhas clientes:

post-it 8

post-it 5

post-it 9

Esse coraçãozinho é muito bonitinho ❤

post-it 2

As clientes que possuem gatos nunca deixam esse produto para trás 😉

post-it 1

Esse diamante é uma gracinha!

post-it 7

E para o público MASCULINO, aqui vão os meus dois preferidos:

Esse daqui eu já vendi para mulher também 😉

post-it 4

Esse faz bastante sucesso entre os homens

post-it 10

O melhor é que uma vez que o post-it acabe, você pode ir colocando cores diferentes, de acordo com o seu humor 🙂

E você? Já viu e/ou comprou alguma destas belezinhas?

Ah, o Natal…

photo 1

Eu não sei de vocês, mas eu AMO o Natal! Acho que é um dos feriados mais bacanas para mim. Agora que temos o Lukinha, mais um motivo para celebrarmos. Ainda nem passamos pelo Halloween (que aqui nos EUA é muito bem comemorado) e nem pelo Thanksgiving, mas os enfeites de Natal já estão disponíveis para venda.

Esta semana eu fui a Macy’s para comprar malas com meus clientes e no mesmo andar onde as malas são vendidas eu encontrei um MUNDO de coisas natalinas. Fiquei maravilhada!!! Não sabia para onde olhar e parecia uma criança 🙂 Colocaram várias opções de árvores e enfeites. As árvores ENOOOORMES e lindas ❤

Como fomos pela manhã e no meio da semana, ainda conseguimos olhar com calma e nem pegamos fila para pagar 😉

Segue aqui um pouquinho do que eu encontrei por lá:

photo 3

photo 2

photo 1

photo 5

photo 4

photo 5

photo 4

photo 3

photo 2

 

 

Essa semana eu já vou levar o Lukinha lá para aproveitar e comprar o enfeite dele da árvore desse ano (todo ano, ele escolhe o enfeite que representa ele na árvore).

Até para aqueles que não são tão apaixondos pelo Natal, vale a pena a visita 😉

Essa galeria fica na Macy’s da Herald Square (34th street), no NONO andar.

E você, já visitou esse lugar? Deixe aqui seu comentário 🙂

Nova York Em Alerta

see_something_lg

Ameaça terrorista é algo com a qual convivemos praticamente todos os dias desde 2001. Contudo, parece que agora as ameaças estão mais sérias e há muitos policiais nas estações do metrô checando bolsas e mochilas. A polícia já conseguiu pegar e prender pessoas que tinham planos de ataques a Times Square, por exemplo.

Eu acho que realmente o negócio está sério, pois ontem estavam checando até aqui na estação próxima a minha casa. Eu NUNCA vi nada assim NESSA estação.

Pelo que eu li e assisti na mídia local, estão ameaçando com bombas os metrôs de NY e Paris.

Aqui vão alguns conselhos para quem está em NY ou chegará dentro dos próximos dias:

  • Tenha sempre seus documentos em mãos (passaporte): sei que tem gente que aconselha o turista a andar com cópia de documento, mas já conversei com alguns policiais e eles dizem que o melhor é sempre portar um documento original e, SIM, já teve gente que precisou que um familiar fosse buscar o passaporte no hotel para ser liberado. Isso vai depender do policial que abordará o turista. Além do mais, dependendo da loja no qual comprará eles podem pedir o ID (no caso, o seu será seu passaporte) e também já vi loja não aceitar a cópia.
  • Esteja atento(a) a qualquer movimentação estranha (isso tanto na rua quanto no metrô). Aqui em NY tem muita gente doida na rua e no metrô, CONTUDO, dá para diferenciar o que é um comportamento perturbado de um comportamento suspeito.
  • Não deixe bolsa/mochila no chão e não se afaste dela em momento algum. Caso veja alguma mochila/bolsa “perdida” pela rua, chame um policial ou ligue para o número 1-888-NYC-SAFE (1-888-692-7233)

Muita gente não sabe, mas NY conta com muitos policiais a paisana (disfarçados), inclusive disfarçados de mendigos e taxistas e principalmente nos principais pontos turísticos da cidade.

Para quem fica hospedado na cidade (Manhattan), principalmente em hotéis que estão localizados nos principais pontos turísticos, uma dica: deixe sempre suas coisas arrumadas, documentos organizados (fáceis de pegar) e durma com uma roupa com o qual você possa sair correndo caso o hotel seja evacuado. Evacuar hotéis aqui não é algo raro e, por isso, não custa estar preparado para a situação 😉

Mesmo com todas essas ameaças, ainda me sinto mais segura AQUI do que no Brasil 🙂

Até a próximo post! ❤

Intercâmbio nos EUA: fazer ou não fazer?!

Esta semana recebemos 3 mensagens de pessoas interessadas em informações sobre intercâmbios. Eu vim para NY como estudante, mas não sei ao certo se eu classifico isso como intercâmbio ou não 🙂

Há um tempo atrás, pedi para uma amiga (Ana Sasso) escrever sobre a experiência dela de intercâmbio aqui nos EUA. O post ficou bem bacana e espero que seja de grande valia para quem está pensando em fazer o mesmo que ela fez. Elaborei algumas perguntas e ela gentilmente respondeu a todas. O texto segue na íntegra!

Como foi a decisão de vir estudar nos EUA? Qual foi o seu planejamento? / Você foi estudar aonde queria inicialmente ou decidiu mudar de região por algum motivo (por exemplo, clima)?

Sempre quis fazer intercâmbio mas, pra falar a verdade, minha vontade inicial era a de realizar trabalho voluntário com animais selvagens na África do Sul. Sou fascinada pela cultura, pelo país e um dos meus sonhos é ter contato com elefantes (rs). Como tinha acabado de terminar a faculdade de jornalismo, meu pai sugeriu que eu procurasse algo mais “universitário” e ligado a minha área de atuação, então acabei escolhendo estudar Marketing na Universidade da California, em Irvine. Sobre planejamento, acredito muito em destino e na sincronicidade – as coisas acontecem na hora que tem que acontecer. Tenho um filho de 7 anos e, por questões emocionais, foi difícil tomar a decisão de ir e seguir em frente com ela. Mas quando dei o primeiro passo, me joguei sem olhar pra trás. Por isso, quando decidi o que queria, tinha só três meses para estudar/fazer o TOEFL e conseguir toda a papelada para enviar para a UCI. Sabia que não ia ser fácil, mas corri muito e tudo acabou dando certo, sem imprevistos.

 

Primeiro dia de aula: na escadaria da faculdade

2013-09-25 17.18.15

 

– Como foi a adaptação?

De início, o mais difícil pra mim foi a convivência. Eu, que sou filha única e nunca dividi nem o quarto, fui morar com mais três meninas, uma de cada canto do mundo. Morava com uma coreana, uma francesa e uma japonesa e o choque de cultura foi bem grande, pra todas nós. Enquanto a francesa e a coreana eram mais easy going, a japonesa era mais fechada e etiquetava com nome até a comida e os acessórios de cozinha dela, rs. Além disso, ela e a coreana tinham algumas manias chatas, tipo jogar lixo no chão ou deixar a louça por dias na pia… No começo foi bem difícil “acostumar” com isso. Mas com muita conversa as coisas foram melhorando.

 

A varanda do nosso apartamento, a bagunça das meninas e uma das etiquetas da japa 🙂

PicMonkey Collage

 

– Quais os pontos negativos e positivos do lugar escolhido?

Só vejo um ponto negativo: o transporte público demora muuuuito. O ônibus só passa de hora em hora então, sem carro, levava muito tempo para ir pra qualquer lugar. De Irvine pra Newport, que ficava só a 10 km de casa, a gente levava 3 ônibus e 2h! Hahaha.

Pontos positivos: As pessoas são muito educadas, conversam com você na rua, nas lojas… E sempre se mostram interessadas pelo Brasil. A cidade é muito segura, tanto que nem iluminação algumas ruas tem. E essa sensação de andar pela rua “segura”, não há o que pague!

 

– O curso valeu a pena? Por que?

Muito! Eu fiz o ACP de Marketing, na UCI, como falei. Desde criança, sempre quis ser jornalista e achava que era só isso que eu sabia fazer na vida. O curso abriu meus olhos para outras possibilidades que nunca havia imaginado. Tanto que, voltando para o Brasil, decidi cursar pós graduação em Branding, algo que me apaixonei no EUA e nunca imaginei estudar. Além disso, estudar em uma universidade fora do Brasil é completamente diferente do que imaginava: os professores estavam ali para realmente ensinar e ajudar os alunos – muitos ajudavam inclusive a procurar estágios, apresentavam alunos para outras pessoas que pudessem ajudar com seus projetos pessoais… E se dispunham até a dar aulas extras para alunos que encontravam dificuldades nas matérias.

 

– Voltando ao Brasil, no que o curso refletiu no seu currículo?
Eu acredito muito que comunicação, num geral, tem muito em comum com marketing e os dois cursos que fiz se complementam. Brinco que jornalismo é uma coisa mais romântica, enquanto o marketing coloca os pés mais no chão e lembra que é ganhar dinheiro que paga as contas, rs.

 

– Que tipo de dica/recomendação/conselho você dá para quem quer fazer a mesma coisa que você fez?

Fiz intercâmbio com 23 anos e acho que foi a idade certa pra isso. Com mais responsabilidade, pé no chão e com um objetivo final. Eu tive a ajuda dos meus pais, tanto financeiramente como emocionalmente (deixei meu filho, de 6 anos na época, com eles), o que foi fundamental pra mim. É importante ter um preparo emocional para enfrentar o que vier, sabe? Chegando lá, se faz muitos amigos, mas na hora do “vamo ver”, você se encontra sozinho e tem que aprender a lidar com isso.

– Após a experiência, você pensou na possibilidade de se mudar para os EUA? Por que?
Eu amo o Brasil e foi o EUA que me ensinou o quanto gosto do meu país, rs. No EUA, descobri que gostava de brasilidades que nem imaginava, tipo doce de leite, paçoca e feijão preto. Apesar disso, às vezes ainda penso em ir embora e o quesito segurança e educação é o que mais pesa. Claro que estamos sujeitos a tudo em todos os lugares do mundo e que os problemas do Brasil também existem fora dele. Mas eu, que nunca tinha saído do país, me senti segura pela primeira vez. Às vezes penso em me mudar, mas ainda não senti aquela vontade louca, sabe? Por enquanto, quero voltar para NY, para estudar de novo, por um período mais curto. Mas a gente nunca sabe o que pode acontecer, né? =)
Fazendo “feijoada” e caipirinha num domingo de sol
2013-11-02 12.34.52
De volta ao Brasil, o abraço do meu filho assim que cheguei
2013-12-21 12.14.52 HDR

Eu adorei o post! E vocês? Quem tiver dúvidas e quiser deixar perguntas aqui no post, a Ana terá o maior prazer em responder. E para quem quiser saber um pouquinho mais da Ana Sasso, segue o link do blog dela: http://anasasso.wordpress.com/

Até mais!

 

As quatro estações em Nova York

Olá Pessoal!

“Você poderia me dizer a temperatura que estará na época na qual visitarei NY?”.

Essa é, de longe, a pergunta que eu mais recebo na nossa página do facebook (https://www.facebook.com/viajantesemmala).

Geralmente, ela não é feita por pessoas que estão em busca de saber se esta ou aquela é a melhor época do ano para comprar passagem: são pessoas que querem obter esta informação para decidir o que colocar na mala 🙂 Minha resposta costuma ser: espere quando estiver faltando uma semana para a sua viagem para me perguntar novamente. Sempre respondo isso, porque o clima em NY anda muito doido e, em uma semana onde a pessoa deveria pegar calor, por exemplo, ela pode ter dias com bastante chuva e uma friaca que requeira roupa de manga comprida ou mesmo um casaquinho.

Para facilitar a minha vida e a de vocês 😉 decidi escrever um pouquinho sobre essas estações do ano (que aqui são muito mais demarcadas do que no Brasil) e, assim, ninguém passará perrengue enquanto estiver visitando a cidade que, diga-se de passagem, é linda nas QUATRO estações ❤ .

PRIMAVERA (março, abril e maio): ah, a estação que, para uns é o paraiso e, para mim, é um tormento 😦 Isso porque, para aquelas pessoas alérgicas como eu, essa é a época onde o nível de pólen está alto e, um simples passeio no parque pode virar um pesadelo. Me lembro de ter levado meu filho no Astoria Park logo no começo da primavera e, já na saída do parque, comecei a espirrar e, no fim do dia, mal conseguia respirar. Tenho percebido que cada ano essa história de alergia vem piorando. Para quem chega na cidade nessa época e é alérgico, sugiro trazer o remédio que já está acostumado ou comprar o ALLEGRA na farmácia (não precisa de prescrição médica, não dá sono e é facilmente encontrado nas farmácias). O jardim botânico é um excelente passeio nessa estação assim como o Central Park. Abril é um mês predominantemente chuvoso.

 

CAM02289

photo-1

photo-2

photo-3

photo-4

primavera 2

primavera 3

primavera

VERÃO (junho, julho e agosto): verão é tempo de clima quente, calor insuportável (sim, sofro muito no verão e é a época que eu menos gosto). A parte boa é que demora mais tempo para escurecer e a pior é que os dias costumam ser MUITO úmidos, o que faz com que sintamos mais calor. Essa é a estação preferida da grande maioria dos nativos e, eles aproveitam muito as atrações oferecidas pela cidade. Há muita coisa gratuita que é financiada pela prefeitura, como festivais de verão e filmes nos parques.

photo-1

photo-2

photo-4

photo-5

photo-6

OUTONO (setembro, outubro e novembro): Já começa a esfriar. Na opinião do meu marido, é um dos melhores meses para conhecer a cidade. Estamos em setembro e tenho sentido os dias mais quentes do que estavam no verão (aliás, este verão foi considerado um dos mais frios das últimas décadas. Para mim, foi o melhor que eu já passei aqui). Eu acho lindo passear pelo Central Park e ver aquelas árvores com as folhas desbotando. Nessa estação, as chuvas não são comuns. Se eu viajasse para NY nessa época, a primeira coisa que colocaria na minha lista de compras seria um casaquinho 😉

photo 1

photo 2

photo-1

photo-2

photo-3

photo-4

photo-5

 

INVERNO (dezembro, janeiro e fevereiro): é uma época fria e com possibilidade de neve. Também é a minha estação preferida ❤ . Contudo, já peguei vários dias com a temperatura abaixo de zero, muito sol e um céu azul lindo, daqueles que engana facilmente o marinheiro de primeira viagem. Em 2011, meus primos vieram me visitar e, um belo dia, o sol estava lindo lá fora. Meus primos olharam pela janela e disseram: FINALMENTE ESQUENTOU: colocaram só uma blusa de manga comprida e sairam para o jardim. Como dentro de casa estava quentinho, demoraram alguns segundos para sentir o frio daquele dia (estava -4). Eu só vi duas pipoquinhas voltando aos pulos e gritando que estavam com frio…rs. O vento costuma ser muito forte e já ocorreu de termos que nos agarrar em algum poste para não sermos levados. Também é uma época ÓTIMA para quebrar o guarda-chuva: é possível ver o lixo lotado deles num dia com bastante vento 😉 Nevascas costumam ser previstas com alguns dias de antecedência e a cidade realmente se prepara para isso. Caso venha visitar NY e saiba que cairá neve, não queira economizar nos sapatos: a probabilidade de cair com sapatos inadequados para estes dias é muito grande 😦 Também fique atento aos passeios no Central Park após a queda de neve: a neve acumula em árvores e já houveram várias mortes de pessoas que foram vítimas de galhos caindo na cabeça.

 

01261508a

CAM03267

1488656_1441716392741725_7228249836560509570_n

12271023

012611000

20140203_093907

20140205_103157

20140204_122158

20140213_092424

20140213_092519

20140215_110118

20140217_113507

Created with Nokia Smart Cam

 

De acordo com o “New York City Official Visitor Guide”, segue a lista dos meses do ano e a estimativa do máximo e mínimo da temperatura, em CELSIUS (C)

  • Janeiro: máxima de 2 /mínima de -5
  • Fevereiro:máxima de 4 /mínima de -4
  • Março:máxima de 9 /mínima de 0
  • Abril:máxima de 14 /mínima de 6
  • Maio:máxima de 22 /mínima de 12
  • Junho:máxima de 25 /mínima de 17
  • Julho:máxima de 28 /mínima de 20
  • Agosto: máxima de 27 /mínima de 19
  • Setembro: máxima de 23 /mínima de 14
  • Outubro: máxima de 17 /mínima de 8
  • Novembro: máxima de 11 /mínima de 3
  • Dezembro: máxima de 6 /mínima de -2

 

E você, qual a sua estação preferida? Tem fotos que queira compartilhar? É só deixar aqui seu comentário 🙂

Vejo vocês no próximo post! Byyyeeeeee

 

http://www.facebook.com/viajantesemmala

http://www.instagram.com/viajantesemmala (@viajantesemmala)

E lá se foram 13 anos…

photo 4

Onze de setembro de 2001. Uma terça-feira e dia de supervisão de clínica. Consigo me lembrar exatamente aonde eu estava quando ouvi pela primeira vez a notícia de que um avião havia batido em um prédio comercial em NY. Por um momento, parei para pensar onde meu pai estava. Sabe aquele gelo na espinha por pensar que você perdeu um ente querido? Pois é, isso aconteceu comigo. “Ah, ele está em férias!”, logo veio a resposta em minha mente e continuei meu trajeto até o hospital São Paulo, precisamente para o Departamento de Psiquiatria da UNIFESP. Cheguei lá e minha orientadora estava em pânico: haviam ligado a TV e estavam todos a postos em frente a ela e especulando o que havia acontecido. Foi nesse momento em que assistimos um outro avião chocando-se com a segunda torre. Foi uma gritaria e, logo em seguida, um silêncio tomou conta do ambiente. Como assim um segundo avião atingiu a torre vizinha?! Isso não pode ser apenas um acidente. Após vermos toda essa fatalidade, ninguém conseguiu conversar sobre paciente nenhum: passamos a próxima hora especulando sobre o que estaria acontecendo e quais as suas consequências para a vida de todos.

Nessa época, eu já havia começado os meus estudos em PTSD (Posttraumatic Stress Disorder), no Brasil conhecido como TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático) e a maioria dos estudos publicados tratavam de veteranos de guerra e de abuso sexual. No Brasil, o TEPT ainda era diagnóstico desconhecido de muitos profissionais de saúde. Fui para uma aula em outro departamento e, chegando lá, também me deparei com a tv ligada e as pessoas com os olhos vidrados nela. Ouvi a seguinte gracinha: “A Cris estava procurando por alguns sujeitos para a pesquisa dela e foi ela que mandou os dois aviões para lá”. Piada de mal gosto, mas todos riram.

Nessa época, eu nem imaginava que um dia viajaria para NY e, muito menos, que eu moraria aqui.

Tenho certeza que, qualquer pessoa é capaz de dizer o que estava fazendo ou como se sentiu nesse dia. Esse é o tipo de tragédia que fica guardado e não tem como apagar.

Eu não perdi ninguém em decorrência desse evento, mas vivendo em NY, não é difícil conhecer alguém que perdeu alguém (familiar, amigo, vizinho, conhecido) ou que conhece alguém que sobreviveu ao que aconteceu naquela terça. Essa é uma ferida que nunca será cicatrizada no coração dos americanos. NUNCA faça nenhuma brincadeira com isso, pois estará mexendo em um vespeiro. Muita gente veio a falecer de doenças decorrentes do 11 de setembro, principalmente de câncer de pulmão, em decorrência da poeira aspirada naquele dia.

Ao passar em frente a qualquer batalhão dos bombeiros, é possível ver um quadro com fotos dos bombeiros que morreram salvando vidas. Cada prédio desses possui a sua forma própria de homenagear.

bombeiros placa

Todo ano, no local onde as duas torres existiam, ocorre uma cerimônia para os familiares das vítimas e é feita a leitura do nome de todas as pessoas falecidas (não só nas torres, como também dos aviões da Pensilvânia e no Pentagono).  Essa cerimônia é transmitida pela tv e eu sempre fico com olhos cheios de água nesse momento. Apesar dos 13 anos passados, para mim parece que foi ontem. Hoje não foi diferente 😦 😦 😦

photo-1

Tenho que confessar que eu não gosto de passar por aquela região. Muitos corpos nunca foram encontrados e eu acho a atmosfera do lugar muito pesada. Já visitei o memorial, mas ainda não visitei o museu.

Há muitas teorias de conspiração para explicar o que aconteceu naquele dia e acho que nunca ao certo vão descobrir (ou poderia dizer, REVELAR).

E você, como foi a sua experiência nesse dia? Conta aqui para a gente!

Minha experiência: Black Friday & Cyber Monday

black-friday-macys

(Fonte da foto: www.foxbusiness.com)

De tanto as pessoas me perguntarem se vale mesmo a pena viajar para NY no período do THANKSGIVING (para pegar o Black Friday), decidi contar um pouquinho a minha experiência com a data. Aí, vocês podem tirar a conclusão de vocês 😉 Vale ressaltar que esta minha experiência é de NOVA YORK.

Meu primeiro ano de Black Friday foi em 2007. Ainda estava CRUA no assunto e decidi me aventurar nas compras. Na época, fui com um amigo que tinha carro e, por isso, achei que seria tudo mais fácil, já que o meu objetivo era comprar uma tv de 42″. Quem já participou deste tipo de evento, sabe que as lojas colocam alguns preços bem mais baixos e que também disponibilizam POUCOS PRODUTOS. Logo na fila, já vi gente fazendo as contas do número de pessoas e o que elas planejavam comprar. Um dos homens fazendo isso tinha papel e caneta e estava anotando para ver se valia a pena ou não passar frio  para comprar o produto desejado. Esse em questão queria comprar um laptop da Sony e, pela contagem dele, não ia dar 😦 Já perto do horário de abertura da loja, começamos a receber uma senha dos funcionários, a fim de tentar conter os fura-filas (mal sabiam eles que os próprios clientes também já haviam feito isso…rs).

Na hora em que a porta abriu, foi correria, gente caindo e, confesso que fiquei com medo. Vi gente se jogando em cima dos produtos e gente brigando para ver quem ia levar a última peça. Achei muita muvuca e acabei voltando sem a minha TV.

Depois de um ano morando aqui e acompanhando os preços, comecei a ver que, PARA MIM, não valia a pena enfrentar frio e fila para fazer compras. Quem realmente quer comprar coisas grandes acaba ACAMPANDO em frente a loja para garantir o produto: costumam levar a família e já vi até gente fazendo mapas, pois sabiam aonde os produtos estavam. O negócio é organizado 😉 🙂

Eu tenho a minha listinha de produtos que eu quero comprar e passo o ano pesquisando. Como aqui as coisas não mudam muito de preço isso facilita a nossa vida. Também tenho a vantagem de estar sempre visitando lojas com as clientes e, por isso, tenho uma média de valores e é por eles que me guio.

Como eu faço as minhas compras no THANKSGIVING/Black Friday: basicamente ONLINE e, se possível, com store pick up. Ano passado, fui até a Toys R Us (aqui do meu bairro) comprar algo para o meu filho, mas eu sabia que os melhores produtos iam estar indisponíveis (pude comprovar isso). Eu deixei para ir no sábado, pois a promoção que eu queria estava nesse dia. Muitas lojas estão dividindo as promoções por dias, assim eles conseguem agarrar um número maior de consumidores.

No ano passado (2013), a Macy’s, pela primeira vez em sua existência, abriu as suas portas para o Thanksgiving/Black Friday. Eles abriram a loja ainda no Thanksgiving, as 20h. Estranho, né? Eles são os responsáveis pela parada do Thanksgiving na cidade e não abriam a loja.

A cada ano, as lojas abrem as suas portas mais cedo e também, fazem mais publicidade sobre a data.

O Cyber Monday (que muita gente não conhece) é a segunda-feira de compras online. No ano passado, também aproveitei para comprar nessas promoções (que são um pouco mais “tímidas” do que as do Black Friday, mas ainda sim valem a pena).

Para tentar responder a pergunta inicial que era se valia a pena ou não, segue a minha resposta: para mim, não vale a pena enfrentar fila e, SIM, dependendo do produto, vale a pena esperar para comprar (ONLINE) nessa época. O importante é ir acompanhando os preços no decorrer do ano para, quando chegar esse período, decidir se vale ou não a pena a compra. Caso a pessoa se arrependa, vi algumas lojas que tinham essa política de NÃO DEVOLVER determinados produtos (principalmente aqueles mais baratos). Fique de olho nesta política de devolução nessa época do ano porque ela muda e ela pode ser específica para certos produtos sendo vendidos.

Ah, vale apontar outra coisa: comprei coisas online e coloquei para store pick up, mas recebi o produto depois de 10 dias, pois eles estavam indisponíveis na loja (apesar do site dizer que havia no estoque). Como eu não estava com pressa, para mim não teve problema.

Para quem vem para a cidade LOGO APÓS o Black Friday, talvez seja possível também aproveitar esse período e colocar o produto para store pick up para depois só ir buscar. A Best Buy costuma dar um período maior de tempo de busca. A Toys R Us acho que dá apenas 3 dias (o que eu considero pouco 😉 ).

E você, qual foi a sua experiência aqui em NY nesse período do ano? Conta aqui para a gente 🙂

As filas são gigantes!!!

F0bLYt1ehDy2PHexJwFhnQ

(Fonte da foto: www.stumbleupon.com)

Esta é a loja da Best Buy que fica aqui perto de casa

4ed7e09c11a25.image

(Fonte da foto: www.qchron.com)

Summer Movies em Nova York

O verão em NY é muito bem aproveitado pelos moradores e turistas: a cidade oferece uma gama de atrações e MUITAS DELAS são gratuitas. Uma das atrações disponíveis são os filmes nos parques: semanalmente, cada local apresenta a uma sessão gratuita de cinema ao ar livre. Um sonho, não é?

Eu já fui muito ao Bryant Park nestas sessões e ontem, pela primeira vez, eu fui ao parque mais perto de casa: o ASTORIA PARK. Vou contar um pouquinho como foi a minha experiência ❤

Todas as segundas-feiras, a partir das 20:30, começa a sessão de cinema. Ontem chegamos por volta das 19:00 e encontramos um volume considerável de pessoas dispostas pelo gramado. Preferimos ficar ao lado de uma árvore, pois estávamos com o carrinho grande do Lukinha e não queriamos tirar a visão de ninguém com ele.

10574284_1486514068261957_8518383401873099608_n

Antes de chegar ao parque, passamos em um supermercado e compramos coisas para comer: salgadinhos, sucos, a pipoca do Lukinha, etc. Lá no parque, vi famílias que chegaram a abrir uma mesa e colocar um monte de comida em cima dela. Muita gente preferiu levar pizza (era um tal de ver gente carregando as caixinhas para cima e para baixo). Posso garantir que ninguém morreu de fome.

Vimos muitas crianças e cachorros por lá. Lukinha chegou e logo foi brincar no parquinho a poucos metros de onde estávamos. Ele só voltou na hora em que o filme havia começado. Antes de ir brincar, é claro, decidiu abastecer o “barrigão”.

photo 5

Quando o Lukinha saiu, eu aproveitei para dar uma descansada e bater um papinho com o nosso hóspede. Sim, claro que convidamos ele para ir conosco. Pergunta se ele gostou…AMOU!!! Ah, também aproveitei para tirar umas fotos do parque.

Lukinha vai passear e a gente tenta descansar um pouquinho até a ferinha retornar 😉

photo 3

photo 2

photo 4

O filme que estava passando era um beeeeeem velhinho chamado DIRTY DANCING. Tenho que confessar que é um dos meus filmes preferidos e que eu estava muito emocionada em assisti-lo assim, ao ar livre, pela 265344253 vez 🙂 Acabei me lembrando bastante da minha adolescência e do quanto era bom assistir a este filme rodeada de amigos.

Bom, o filme começou e o local estava LOTADO!!! Eu não sei de onde saiu tanta gente. Vale ressaltar que o local estava sendo vigiado por policiais atentos dos dois lados. Até a hora que eu estive por lá não vi nenhum incidente. O mais importante destacar aqui é que nestes eventos é PROIBIDO BEBIDA ALCÓOLICA. Essa proibição fez com que eu ficasse mais tranquila em levar o Lukinha. Também não vi ninguém fumando ou usando drogas. Estava um ambiente bem familiar e a platéia estava bem animada. A primeira cena em que o Patrick Swayze entra… a platéia foi ao delírio e aplaudiu. Senti como se estivesse no teatro. As cenas engraçadas também tiravam gargalhadas da platéia. Tinha um grupo de senhoras que estavam muito animadas e na cena em que o Patrick Swayze aparece sem camisa, uma deles soltou um gritinho tão alto que a platéia riu DELA…rs

Para mim, foi tudo um momento mágico, pois foi um passeio despretensioso, barato e que todos aproveitaram. Infelizmente, não fiquei até o final (a melhor parte do filme), pois o Lukinha pegou no sono faltando uns 25 minutos para o final e eu fiquei com dó dele. Isso porque ele costuma dormir perto da meia-noite e ainda era 21:35. Lei de Murphy ao cubo!!!!

Vários parques oferecem filmes e para saber a programação do seu parque preferido, é só clicar neste site, pois eles tem uma lista de filmes com datas e locais: www.nycgo.com

Caso não encontre o local desejado, é só buscar no google o nome do local e as palavras “summer movies NY”. Tenho certeza que dentro das várias opções, alguma agradará 😉

Como o próprio nome diz, esses filmes só são exibidos durante o verão. Mas não se preocupe, nas outras estações do ano há atrações bacanas também 🙂

E você, já assistiu a estes filmes? Gostou? Conta aqui para a gente 😉

Inspeção Sanitária Nos Restaurantes em NY

Nova York é uma cidade conhecida não só como um lugar vibrante pela variedade de pontos turisticos a serem visitados, mas também pela sua gastronomia, já que aqui você tem disponível a culinária do mundo inteiro. Um amigo que é chef de um restaurante daqui disse que em um ano, é possível uma pessoa fazer as três refeições diárias sem repetir o estabelecimento 😉 Por isso, o Departamento de Saúde de NY tem um papel fundamental na inspeção desses estabelecimentos, a fim de permitir que as pessoas se alimentem e não corram riscos relacionados a saúde.

Os estabelecimentos que vendem comidas (restaurantes, cafés, lanchonetes, etc) recebem a visita de um inspector da vigilância sanitária de tempos em tempos. Eles vasculham tudo: entram nas geladeiras para ver como está a temperatura dos alimentos (se estão sendo bem armazenados), alimentos vencidos, limpeza do local (incluindo aqui a limpeza dos equipamentos utilizados no preparo dos alimentos, por exemplo), etc. A pontuação está sempre relacionada ao risco à saúde dos clientes. Para cada um destes pontos, eles vão dando notas de acordo com as irregularidades encontradas: na verdade, quanto mais notas o estabelecimento receber, pior para ele. Depois da inspeção, eles somam todos os pontos recebidos durante a inspecção e dão uma classificação final: A, B, C, grade pending (o estabelecimento não foi vistoriado ou ainda precisa de ajustes para receber a nota final). Dependendo do que os inspetores encontrarem, eles FECHAM temporariamente o estabelecimento e colocam um aviso em amarelo explicando o porque eles fecharam.

apronave.com

 (Fonte da foto: http://www.apronave.com)

Grade Card_GradePending_v2

 (Fonte da foto: http://media.wnyc.org/media/photologue/photos)

20120810-flushing-tour-closed-sign

(Fonte da foto: http://www.newyork.seriouseats.com)

O que acontece é que alguns dos estabelecimentos que recebem letras B ou C tentam DRIBLAR o aviso e fazem de tudo para disfarçar (as fotos dão um exemplo do que fazem). O lugar é OBRIGADO a estampar a letra logo na entrada do restaurante (e só). Aí, cabe ao cliente decidir se ele quer comer ou não lá. Já vi restaurante colocar essa notificação com a nota em uma moldura. Essas molduras costumam ser usadas para colocar os menus da porta e, por isso, alguns clientes nem percebem a nota. Muito feio isso!!!

http-::i2.wp.com:farm9.staticflickr.com http-::legalblogwatch.typepad.com

(Fonte da foto: http://www.google.com)

Essa classificação dada pela vigilância sanitária pode mudar, já que os inspectores fazem vistoria de tempos em tempos. Já vi casos onde o restaurante recebeu A e uma semana depois estava com um B na porta (me disseram que um cliente chamou a vigilância sanitária para uma nova inspeção). Eu não vou mentir: se eu vejo uma letra B na porta eu nem entro, principalmente por causa do meu filho.

Para checar qual a classificação que o restaurante que você gosta recebeu, é só acessar esse link do departamento de saúde e higiene mental de NY e colocar o nome do restaurante:

http://www.nyc.gov/html/doh/html/services/restaurant-inspection.shtml

Essas visitas da vigilância sanitária são realmente levadas a sério, principalmente pelos donos dos estabelecimentos. No início de abril deste ano, aquela famosa DOMINIQUE ANSEL BAKERY, conhecida pelos seus CRONUTS, foi fechada pela vigilância sanitária, após um cliente postar na net um vídeo feito dentro da bakery e com um rato passando pelos doces. A loja ficou fechada por 4 dias e muita gente até hoje comenta sobre esse episódio. Muitos amigos americanos que aqui residem dizem que não passam nem perto dessa loja. Isso tudo porque a loja possuia uma avaliação A.

Se você comer qualquer coisa em qualquer estabelecimento espalhado pela cidade e sentir um gosto estranho no produto (por exemplo, um pão doce duro ou com gosto velho), é só ir até o balcão e reclamar. Uma vez, lá no Café Europa da Times Square, uma cliente pediu uma massa folhada e disse que estava com gosto de passado. Fui até o balcão reclamar: fui até o funcionário, expliquei o caso, ele mandou jogar o produto no lixo e escolher QUALQUER UM dos doces do balcão (não importando o valor). Achei uma atitude muito inteligente deles e isso costuma acontecer com uma certa frequência aqui (pelo menos, a minha experiência é essa: reclamei e tive o produto trocado/devolvido e não paguei quando foi o caso).

Sempre que acontecer algo assim, tente falar com o gerente e/ou um funcionário. Caso eles não resolvam o seu caso, você pode fazer uma denúncia sobre um estabelecimento ligando para o número 311.

E vocês, como se comportam em relação a essas notas da vigilância sanitária? Já tiveram algum problema? Conta aqui para a gente 😉

A Minha Experiência: Compras na Loja Century 21

A Century 21 é uma das lojas preferidas dos brasileiros que visitam NY. Sempre recebo mensagens de viajantes que me perguntam sobre essa loja e as mais comuns são: ela vale mesmo a pena? Quantas horas devemos reservar para visitá-la? Quais os artigos disponíveis na loja? Pensando nessas pessoas, decidi escrever sobre a minha experiência e as minhas impressões sobre essa loja.

CENTURY 21

(Fonte da foto: http://www.nycgo.com)

Bom, eu tenho sentimentos ambivalentes quanto a ela…rs. Na verdade, meus sentimentos mudam muito de acordo com as compras que eu faço e com a quantidade de clientes nela. Volúvel? Nem um pouco 😉

É possível visitar três lojas na cidade: uma fica em Downtown, outra no Upper West Side (UWS – fica pertinho do Lincoln Center) e a outra fica no Queens (praticamente não há turistas nela). A loja de Downtown é enorme enquanto que a loja de UWS é bem menor, porém esta última é a minha preferida. E eu vou contar o porquê disso: simplesmente porque há menos turistas e isso faz com que haja menos filas e menos pessoas batendo em você. A loja de Downtown até parece uma feira livre: gente batendo em você, largando a cesta de compras em qualquer lugar, um povo gritando/falando alto.

Para quem sabe inglês, vale a pena ler os comentários das pessoas sobre essa loja (ela recebeu só 3 estrelas nesta conhecida página onde as pessoas postam suas opiniões sobre serviços, estabelecimentos e produtos):

 http://www.yelp.com/biz/century-21-new-york

É possível encontrar nessa loja produtos de casa, mesa, banho, roupas masculinas/femininas/infantis, óculos, bolsas, acessórios, sapatos, brinquedos, malas e até chocolate GODIVA (as caixas de bombons são mais baratas nessa loja, mas fique atento, pois a data de expiração deles não é muito longa). Há, no subsolo eles também vendem lembrancinhas de NY bem bacanas 😉

Acho que a dica mais valiosa que eu posso dar sobre essa loja é a seguinte: o estoque deles é de acordo com os produtos que eles conseguem comprar em lotes. Isso significa que o que eles têm disponível é o que está nas prateleiras. Um mesmo produto pode apresentar dois preços diferentes, porque vieram de lotes diferentes. PORTANTO, caso você goste de algum produto, coloque ele na sua cesta de compras e decida-se pela compra na hora em que estiver na boca do caixa. Caso contrário, você corre um grande risco de voltar para pegar o produto e não mais encontrá-lo.

Levo os meus clientes nessa loja e eles gastam facilmente de 2 a 3 horas na loja 🙂

E você, gosta dessa loja? Deixe aqui seu comentário 🙂 😉