Dica de COMIDA: PEANUT BUTTER (creme/pasta de amendoim)

Dica de COMIDA: PEANUT BUTTER (creme/pasta de amendoim)

 

Para mim, este produto é a CARA dos EUA. Com certeza, alguém já assistiu um filme americano no qual alguém, no meio da madrugada, vai até a cozinha para fazer um sanduiche. Geralmente….eles colocam o tal PEANUT BUTTER no pão e se deliciam com a iguaria 😉

Esse creme de amendoim possui várias apresentações: mais cremoso, com pedaços de amendoim, orgânico, com chocolate, etc. O peanut butter que é comercializado aqui nos EUA possui o sabor diferente do produto brasileiro (amendocrem). Na minha opinião, a versão tupiniquim é bem mais doce e menos cremosa (ou pelo menos era).

A pessoa pode comer só o creme no pão ou pode misturar com várias coisas, como geléia e queijo. Já vi gente colocando até alface no sanduíche (tem gosto para tudo…rs). É muito comum ver as mães colocarem geléia com o creme, a fim de ver seu filho comer (principalmente para os mais pequenos). Meu filho adora comer com pão integral ou mesmo na colher. Se deixar, ele come todos os dias sem reclamar. Eu não coloco mais nada no pão (como geléia, por exemplo) porque eu não quero que acostume a comer esta combinação, já que geléia é muito doce e ingestão de muito doce na infância não é bom.

Como o amendoim pode ser causador de alergia, é preciso tomar muito cuidado na hora de oferecer este tipo de alimento aos pequenos. Tem mãe aqui que espera até 3 anos para oferecer o alimento ao filho. A nutricionista do meu filho recomendou a seguinte combinação de refeição para ele e que pode ser dado como uma refeição:

– 1 fatia de pão integral com peanut butter
– 1 fruta
– 1 copo de leite

Sei que tem muito brasileiro aqui nos EUA que acha este produto altamente calórico e se recusa a oferecer o creme às crianças. Encontrei este link de cientistas da Harvard que responde a pergunta se esse creme de amendoim é mesmo saudável: http://www.health.harvard.edu/press_releases/Is-peanut-butter-healthy

Para quem nunca experimentou, eu acho que vale a pena experimentar em uma próxima visita a terra do tio Sam. Eu sugiro comprar a versão comum, para depois se aventurar pelas outras.

Os preços e opções de marcas são variados!

Ah, tem que prestar atenção se o tipo de peanut butter que foi comprado é daquele que necessita de refrigeração. Os do meu filho não precisam, mas já vi algumas marcas que dizem que, após aberto, deve ir direto para a geladeira.

E você, já experimentou este creme de amendoim? Gostou? Deixe aqui seu comentário para a gente 😉

Enxoval nos EUA: o dia em que a bolsa estourou – parte 1

Convidamos a nossa amiga Patrícia para contar a história do nascimento do filho mais novo dela. Ele nasceu durante uma viagem dela e da família para os EUA. Como a história é cheia de detalhes, decidimos que valia a pena contá-la em DOIS POSTS. Este é o primeiro 😉
“Gostaria de me apresentar: me chamo Patrícia, tenho 34 anos, sou psicóloga, tenho 2 filhos lindos e sou de Recife. Estou escrevendo esse post a convite da Cris. Conheci a Cris na internet e logo começamos a conversar sobre a cidade maravilhosa que é Nova York onde ela mora: em uma dessas conversas, relatei pra ela o fato do meu segundo filho ter nascido na Flórida, daí surgiu o convite e aqui estou eu contando um pouquinho dessa história.
Eu e meu marido na Disney
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Bem, antes de mais nada, existia um sonho que não foi realizado na infância que era conhecer a Disney. Então resolvermos fazer essa tão sonhada viagem aproveitando que na época minha filha mais velha tinha 13 anos. Fomos a uma agência de viagem na qual meu marido tinha ido quando adolescente, compramos o pacote de viagem de 21 dias que incluía NY/Orlando/Miami. Escolhemos os opcionais, fizemos seguro saúde e decidimos tudo em dezembro de 2011. Optamos por um agência por diversos motivos na época: primeiramente, por meu marido super recomendar a empresa que já existia há anos trabalhando com esse tipo de pacote da Disney, por não dominarmos o idioma, por insegurança do desconhecido, etc. Não me arrependo de ter fechado com a empresa, mas depois desse dia só viajo sozinha: mesmo não dominando o inglês eu me viro muito bem, rsrsrs…. ahhh, recomendo viajarem sozinho, pois você tem muito mas liberdade pra fazer o que quiser e se precisar sempre tem o serviço de amigos brasileiros pra ajudar, como a Cris faz, vc irá aproveitar muito mais e economizar muito.
Eu e minha filha
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Coincidentemente, eu fiquei sabendo depois que a filha da dona da agência estava grávida e ía fazer o enxoval lá também. Vale lembrar que quando pagamos o pacote, nós não sabíamos da gravidez: só descobrimos no final de janeiro. Foi tudo uma grande surpresa, um misto de sentimentos, medo, insegurança, mas principalmente muita alegria. E agora?! O que fazer?! Cancelar a tão sonhada viagem?! Adiar?! Pensamos e pensamos muito. Decidimos esperar e ver como a gravidez seguiria, pois minha primeira gravidez foi de risco (tive muitos problemas), mas como cada gravidez é única…só o tempo diria. Iniciei meu pré-natal e fui logo perguntando para a médica sobre a possibilidade de fazer a viagem. Ela disse que não teria problema desde que eu estivesse bem. Então, fomos esperando o tempo passar.
Graças a Deus, a minha gravidez foi super tranqüila, não senti nada e nem parecia que estava grávida. Então, foi se aproximando a data da viagem e a médica me liberou: ela me deu um atestado alegando meu bem-estar e que eu tinha condições de viajar. Lógico que nesse meio tempo, eu pesquisei muito na internet sobre o assunto gravidez, principalmente sobre a lista de artigos para bebê. Fiz a minha listinha e lá fomos nós rumo ao primeiro destino : Nova York. O embarque foi super tranqüilo, lembrando das orientações da médica, comprei uma meia-calça kendon que é recomendada para gestantes por causa da circulação e tempo longo do vôo. Também fui orientada a caminhar para ativar a circulação. Fiz tudo conforme recomendação médica, mas confesso que essa meia apertava muito. No fim da viagem, eu tirei a meia, pois não agüentava mais. O vôo foi super tranqüilo: como não consegui dormir, assisti dois filmes e li um pouco. Meu marido, minha filha de 13 anos e eu chegamos todos felizes na imigração: eu levando meu atestado, pensando que me pediriam, mas não solicitaram em nenhum momento: não sei se não perceberam que eu estava grávida porque minha barriga ficou espalhada (sou larga, então realmente não se percebia muito), além do que estávamos num grupo grande com muitos adolescentes.
Em Nova York foi tudo lindo e correu tudo bem: andamos muito, mas eu geralmente um pouco atrás por causa do peso e também do calor, pois fomos em julho e estava um calor terrível. Ficamos 4 dias em NY e depois fomos para Orlando. O vôo foi super rápido e foi tudo tranqüilo. Eu viajei no final dos 6 meses (quase 7 meses). No primeiro dia, fomos ao Epcot. Não agüentei fazer o parque todo (pois é muito grande) e acabamos voltando mais cedo para o hotel. Em um outro dia, fomos para Downtown, ao Walmart, em umas lojinhas brasileiras na International Drive e foi tudo ótimo. Comprei muitas coisas para o bebê já que no walmart tem muita coisa legal, principalmente da marca carter’s.
A turma toda na Disney
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Poucos dias depois, eu acordei por volta das 8:30hs da manhã: estava toda molhada e a cama estava ensopada. Chamei meu marido e ele imediatamente ligou pra o ramal do quarto da guia responsável. Sem perder tempo, corremos todos para o hospital, pois não sabiamos qual era o meu estado e nem o do bebê”.

 

Dica de NY: English Conversation Hour

Para aqueles que viajam para NY e, tem como um dos objetivos treinar o idioma, aqui vai uma dica nossa: ENGLISH CONVERSATION HOUR. Esta é uma ótima oportunidade para trocar experiências com pessoas de todos os lugares do mundo e, de quebra, treinar o inglês DE GRAÇA 🙂

 

Como funciona?

Um grupo de pessoas se reunem para conversar e treinar seus inglês. Não precisa se registrar antes: portanto, chegue cedo (a porta da sala abre as 18:15) para garantir o seu lugar nesse grupo. Como não é aula e não tem chamada, você pode ir apenas um dia para conhecer 😉 As pessoas no grupo podem conversar sobre qualquer tópico (arte, música, NY, etc). Apesar de não ter um professor, é possível interagir com nativos e pessoas que possuem um nível de inglês avançado. Tenho certeza que elas te ajudarão com excelentes dicas. Durante 1 hora, é possível interagir com 2 pessoas. Depois de 30 minutos de conversa com alguém, você rodiziará com outra pessoa 😉

 

Onde ocorrem os encontros?

Os grupos se reunem em uma sala (no térreo do Brasil – primeiro andar nos EUA) da biblioteca MID-MANHATTAN (in the Corner Room). A biblioteca fica na 455 Fifth Ave, 10016. Os grupos já vêm se reunindo desde o dia 8 de abril, mas eu só vi o panfleto deles na semana passada 😦 Não confunda esta biblioteca com aquela com os dois leões na frente. As duas ficam na 5th Ave, mas esta é a menor.

 

Entrada da biblioteca Mid-Manhattan

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(Fonte da foto: http://www.yelp.com)

 

Qual o nível de inglês exigido?

Este grupo é para pessoas que possuem um nível de inglês intermediário, no mínimo.

 

Quando ocorrem os encontros?

Terças e Quintas, das 18:30 às 19:30. De acordo com o calendário que eu tenho, o último encontro será no dia 19 de junho.

 

Dica da VIAJANTE SEM MALA: este tipo de grupo ocorre em muitas bibliotecas e igrejas na cidade. Fique sempre de olho nos calendários deles para se informar sobre outros programas iguais ou similares. O site da biblioteca de Manhattan é: http://www.nypl.org. Para quem ainda não sente tanta insegurança com seu domínio do inglês, sugira para o seu par uma conversa sobre um assunto no qual você se sinta mais confortável e/ou no qual sinta que o seu vocabulário é melhor 😉 Tenho certeza que, assim, a conversa fluirá mais fácil 😉

Alguém já foi em um grupo desses? Gostou? Conta aqui para a gente como foi a sua experiência 😉

 

 

Dicas de NY: bebidas gasosas (refrigerantes)

Eu sei que há pessoas que, como eu, gostam de experimentar comidas e bebidas diferentes quando viajam. Não vou mentir que eu poderia me expor muito mais a variedade de ofertas aqui, mas estou no caminho…rs

Estas são algumas bebidas que não são muito conhecidas dos turistas, mas eu acho que vale a pena experimentar 😉

 

Coke Lime

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Coca-Cola Vanilla

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Coca-Cola Cherry (cereja)

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Fanta Pineapple (Abacaxi)

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Ginger Ale (Refrigerante de Gengibre)

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Dr. Pepper

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Root Beer

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A versão de coca-cola lima não tem o mesmo gosto da coca-cola com limão vendida no Brasil, por isso acho que vale a pena experimentar. Na minha opinião, é MELHOR do que a versão com limão. Ela é vendida na versão normal (regular) ou na diet. Pode ser comprada em lata, garrafa pequena e grande.

A versão de coca-cola baunilha não é tão facilmente encontrada (geralmente eu compro em farmácias). Essa versão realmente tem gosto de coca-cola com baunilha 😉  Não encontrei ainda a versão DIET e só encontrei a versão lata e garrafa pequena.

A Coca-Cola Cherry (Cereja) é maravilhosa: gostinho de cereja e coca-cola ao mesmo tempo…rs. Possui a versão diet também e é vendida em latas e garrafas.

Esta fanta de abacaxi é a melhor versão da fanta (na minha opinião). Assim como a versão de baunilha, não há disponível na versão DIET. Pode ser encontrada em lata e garrafa.

O Ginger Ale é um refrigerante feito de gengibre. As pessoas que já experimentaram afirmam que o gosto é muito parecido com o do guaraná. Ele é encontrado na versão lata e garrafa. Essa marca da foto é apenas uma das disponíveis no mercado.

Dr. Pepper é uma marca muito conhecida dos americanos e pouco conhecida dos turistas brasileiros. Esse refrigerante já é vendido a mais de cem anos.

Sobre o Root Beer…bem…não sou a melhor pessoa para falar, pois experimentei 1 vez para nunca mais: ODIEI! Refrigerante amargo, com gosto de coisa estragada. E essa é a mesma opinião do meu marido 😉 Contudo, já vi MUUUUITO americano comprando o produto.

E você, já experimentou alguma destas bebidas? O que achou? Conta aqui para a gente 😉

Dicas de NY: metrocard e metrô – parte 2

Para ler a primeira parte dessa dica, favor clicar no link:
Como comprar o seu metrocard?
– Primeiramente, acho importante dar uma dica para quem chega pelo JFK. Vi alguns avisos no aeroporto dizendo que ao comprar o bilhete do airtrain (que é o trem que vai te levar no metrô) + 1 passagem de metrô, o bilhete sairá por U$7.50 (U$5.00 do airtrain e U$2.50 por uma passagem de metrô). DICA: caso o viajante compre o bilhete semanal ILIMITADO, não compre esse bilhete, pois você vai jogar no lixo U$2.50.– Chegando na estação de metrô, procure pela máquina para comprar o metrocard (primeira imagem da foto).
– A máquina pode estar sozinha ou ao lado de outra.- Toda a operação da máquina será através do toque na tela (caso seja utilizado o cartão, será pedido para teclar na parte onde há o teclado com números, que NÃO É NA TELA).- A máquina apresenta outras opções de idioma (além do inglês): a máquina tem o espanhol, italiano e algumas outras (menos o português).- Se for a primeira visita a cidade, será necessário a compra de um cartão novo (new card). Se o viajante ficar mais de 2 dias na cidade, sugiro a compra do cartão ilimitado (com ele, é possível fazer viagens ilimitadas, com intervalo de 18 minutos entre elas e, ainda, o bilhete pode ser usado no ônibus  ). Esse bilhete é bem útil no frio e em dias de chuva, onde andar de metrô faz toda a diferença ;)- O valor do bilhete ilimitado é U$30.00, mas será cobrado U$1.00 pelo bilhete (total de U$31.00).
– Caso o viajante deseje comprar um bilhete do metrô com crédito, é necessário digitar na tela o valor a ser colocado no cartão (nesse caso, também será cobrado U$1.00 pelo cartão). Quando os créditos acabarem, é possível adicionar crédito no mesmo cartão (terá que fazer o refil).
– Caso seja usado cartão de crédito/débito para pagar pelo bilhete, a máquina pedirá um zipcode. Pode colocar qualquer número  que a máquina aceita. NÃO É A SENHA DO SEU CARTÃO!!! – Se for usado dinheiro para pagar o bilhete, checar o limite máximo de troco que a máquina poderá dar. Para as notas altas  (como a de U$100.00, por exemplo), o bilhete só será vendido no guichê, diretamente com um funcionário do metrô. – Para o caso do viajante cogitar um retorno a NY, sugiro não jogar o cartão fora no fim da viagem: guarde. Para quem deixou crédito no cartão, eles podem ser resgatados até DOIS ANOS após a validade do cartão – O prazo de validade do cartão consta no verso dele. – A maneira correta de usar o cartão na catraca está demonstrado na imagem 3 

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Quando o medo de falar inglês transforma-se em fobia

Começo o texto falando que o objetivo desse post não é DIAGNOSTICAR ninguém: para isso existem os profissionais especializados 😉 O objetivo é apenas esclarecer alguns pontos sobre o tema.

Há uns dias atrás postei no nosso perfil do Viajante Sem Mala (https://www.facebook.com/viajante.s.mala), a seguinte mensagem aos nossos amigos:

“Tenho ouvido muita gente falando sobre a dificuldade em aprender inglês sobre TRAUMAS em relação ao idioma e no quanto ficam frustradas quanto a não falarem o idioma. Baseada nisso, estou preparando um post que fala quando o problema de aprendizagem do idioma é uma DOENÇA! Sim, isso mesmo. É chamada de FOBIA SOCIAL e não atinge apenas problemas como o de falar outros idiomas. Vai além disso e vou contar tudinho. E sim, existe tratamento para isso \o/ Vou colocar também uma lista de lugares que oferecem tratamento GRATUITO ou a baixo custo 😉 Fiquem ligados! Se alguém tiver alguma dúvida quanto a isso e quiser me mandar mensagem inbox, posso responder a dúvida no próprio post”.

Depois dessa mensagem, recebi em menos de 1 hora QUINZE MENSAGENS privadas de pessoas me relatando que:

– foram diagnosticadas com Fobia Social e/ou

– tem muita dificuldade para aprender o inglês e que nunca conseguem terminar um curso.

Uma coisa é você ter vergonha e outra é você ter MEDO. E é aí que entra o diagnóstico de FOBIA SOCIAL.

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(Fonte da foto:   http://behavenet.com/social-phobia)

Então o que seria a fobia social para o caso do inglês?!

– Medo de falar inglês com UMA PESSOA ou com VÁRIAS.

– Medo de ser julgado/observado/avaliado: de que está falando errado e que a outra pessoa não vai entender e você vai passar vergonha.

– Medo de ser corrigido (pois, o pensamento é de que isso significando que a pessoa é BURRA)

Quando exposta a uma situação onde é solicitada a falar inglês, a pessoa pode sentir-se diminuída, embaraçada ou “humilhada” por seu desempenho (seja acadêmico ou não).

Esse tipo de problema acaba limitando a vida das pessoas, principalmente no que se refere a sua interação social (já que a pessoa evita o contato e/ou situações onde precise falar o idioma).

Além da pessoa sentir o desconforto e o embaraço, também pode apresentar sintomas físicos como tremedeira, sudorese e a impossibilidade de manter contato visual.

Algumas pessoas até conseguem enfrentar um curso de inglês, mas costuma ser com muita dificuldade e sem muita motivação. É bem comum muitas abandonarem o curso por apresentar uma ansiedade antecipatória.

Fobia específica ou fobia social?

O diagnóstico vai depender de quem avaliar, mas o tratamento é bem semelhante. Aqui nos EUA, a maioria dos meus colegas diagnosticam como FOBIA SOCIAL.

Tratamentos disponíveis:

Os mais comumente usados são as terapias psicológicas e a medicação (esta atua principalmente nos sintomas físicos decorrentes da exposição à situação, ou seja, evita a sudorese, o tremor, etc).

Há várias abordagens disponíveis que se propõem a tratar este tipo de problema. Cabe ao cliente procurar a abordagem que mais combina com a sua personalidade.

Se não tratado o problema, o que pode acarretar na vida da pessoa?

Já tratei casos onde o cliente perdeu oportunidades de trabalho (porque não consegue seguir com o inglês adianta e precisava do inglês fluente) e oportunidades de viagem (por medo de não conseguir se comunicar).

Vale ressaltar algo: algumas pessoas possuem mais facilidade com idiomas. Isso é FATO! E muita gente acaba com preguiça e não termina o curso porque não consegue enxergar o que a fluência em um idioma trará de benefícios em sua vida. Tudo é questão de meta e foco. Já ouvi muita gente falar: ah, queria tanto falar inglês fluente como você. E eu respondo: ESTUDE! Foi isso que eu fiz 🙂 E é o que tudo mundo que fala fluente fez. Não tem segredo nenhum 😉

E você? Tem problema também com o inglês? Conta aqui para a gente 🙂

E lá se foi 1 ano…

A primeira vez que eu entrei em contato com a morte eu tinha apenas 7 anos. Lembro-me claramente de achar que os mais velhos morriam primeiro e chorei a noite inteira. Chorei porque achei que perderia meus avós maternos e eles eram as pessoas mais importantes da minha vida.

Graças a Deus, ainda tive mais 28 anos de convivência com eles até que perdi o meu avô em 27 de maio de 2011 (um mês antes do nascimento do meu filho) e minha avó a 1 ano atrás.

Ontem fez 1 ano que perdi a minha avó, também mais conhecida como minha outra metade 🙂

Descobrimos que estava doente em julho de 2012 e o médico disse que ela duraria 3 meses. Contrariando tudo e todos, viveu 9 meses. Ela já estava muito fraquinha e sabíamos que ela partiria a qualquer momento. Mas, para variar, até o último minuto ela disse que viveria, o que eu acredito plenamente que era apenas para confortar a família, como ela sempre fez. Ela adorava esconder as coisas de todo mundo e assim foi até seu último suspiro.

Meus avós maternos eram meus padrinhos e realmente desempenharam seu papel de avós e padrinhos na minha vida.

Minha avó era meu porto seguro, minha confidente, sabia tudo sobre mim e estava sempre pronta para me apoiar. Eu nasci quando ela tinha a minha idade e, quando pequena, eu não entendia porque as pessoas perguntavam se eu era filha dela. Eu pensava: “como assim as pessoas não conseguem perceber que ela é a minha avó?!”. No fundo, eu ficava toda orgulhosa, pois ela, de alguma forma, fazia a função materna na minha vida.

Me lembro que ela se desdobrava para suprir a ausência dos meus avós paternos, que apesar de vivos, renegavam a mim e meus irmãos há mais de 25 anos (é chato dizer mas…eles não fazem falta). Aliás, essa história era até tratada como piada pelo meu avô (acho que para que não ficassemos TRAUMATIZADOS, segundo palavras da minha avó).

Minha avó era cheia de vida: fazia hidroginástica, era independente (sempre foi) e gostava de aventuras. Viajei com ela para a Europa e esta viagem ficou na história 😉 Me lembro até de, aos 11 anos, ela me dar de presente um ingresso para o show do New Order: foi no ginásio do ibirapuera e ela FOI COMIGO (ainda levou mais 2 amigas minhas). Minha avó era demais 🙂 🙂 🙂

Decidi homenagear meus avós e me casei no dia do casamento deles, quando eles estavam completando 51 anos de casados. Por coincidência, nos casamos até na mesma hora. Mesmo doente, pedi que a minha avó batizasse meu filho e tenho certeza que foi a melhor coisa que eu fiz: ela ficou tão feliz com isso e tenho certeza que hoje ela virou o anjinho da guarda dele.

Lukinha passou a cerimônia toda do batizado namorando a minha avó)

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Uma pena que ela teve de partir. Avós deveriam ser eternas. Quer dizer, pelo menos a minha deveria ter sido. Pensando bem, ela é e sempre será: está presente em meu coração e ali ficará até o fim dos meus dias. Em minha última viagem ao Brasil, logo que soubemos do problema dela, para mim já foi um adeus. Sabia que nunca mais a veria pessoalmente. E também me recusei a me despedir dela pelo telefone. Prefiro pensar que foi tudo um ATÉ LOGO, te vejo numa próxima 😉

Para mim, ainda parece que foi ontem que ela partiu. Ainda me dá um aperto no coração toda vez que algo bom acontece comigo e não posso ligar para ela para contar. Mas ao mesmo tempo, sei que ela está mais perto e está olhando por mim. E assim será até o dia em que nos reencontrarmos.

Eu me sinto uma pessoa muito sortuda por ter tido meus avós tão presentes na minha vida!

Sei que eu não seria nem metade do que eu sou hoje se não fosse por eles ❤ ❤ ❤

Obrigada, meus amores em forma de avós 🙂 Agradeço tudo o que fizeram por mim e espero fazer pelo meu filho e meus netos o mesmo.

 

Dica de NY: o que aproveitar de NY? – Parte 2

Continuando com a lista de dicas de lugares interessantes para passear em NY (a primeira parte encontra-se nesse link:

https://viajantesemmala.wordpress.com/2014/05/06/dica-de-ny-o-que-aproveitar-de-ny-parte-1/,

decidi pegar algumas indicações (as que eram diferentes daquelas citadas na primeira parte) de um livro com o título: “New York’s Unique & Unexpected Places“, escrito por Judith Stonehill & Alexandra Stonehill e publicado pela editora UNIVERSE.

Decidi preservar os nomes em inglês para ficar mais fácil a localização na cidade (já que na rua tudo está escrito em inglês) 😉

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Decidi separar por regiões, para ficar mais fácil:

STATEN ISLAND:

  • Alice Austen House Museum
  • Chinese Scholar’s Garden

 

BROOKLYN:

  • Brooklyn Flea (Fort Greene)

 

QUEENS:

  • Jamaica Bay Wildlife Refuge (Broad Channel)
  • Little India (Jackson Heights)
  • Louis Armstrong House Museum (Corona)
  • P.S.1 Contemporary Art Center (Long Island City)

 

CHELSEA:

  • Idlewild Books
  • Museum at FIT
  • Rubin Museum of Art

 

EAST VILLAGE:

  • Merchant’s House Museum
  • Pageant Print Shop

 

GREENWICH VILLAGE:

  • Center for Architecture
  • Garden at St. Luke’s in the Fields
  • Three Lives & Company

 

LITTLE ITALY / CHINATOWN:

  • Italian American Museum

 

LOWER EAST SIDE:

  • Economy Candy
  • Hua Mei Bird Garden
  • Russ & Daughters

 

LOWER EAST SIDE / CHINATOWN:

  • Museum of Chinese in America

LOWER MANHATTAN:

  • Bowne & Company Stationers
  • Elevated Acre
  • Garden of Stones
  • Irish Hunger Memorial
  • Poets House

 

MIDTOWN MANHATTAN:

  • Campbell Apartment
  • Chapel of the Good Sheperd
  • Grolier Club
  • Greenmarket Farmers Market
  • Japan Society
  • Scandinavia House
  • Tender Buttons

 

SOUTH VILLAGE:

  • Film Forum
  • Joanne Hendricks Cookbooks

 

UPPER MANHATTAN:

  • Dyckman Farmhouse, Upper Manhattan
  • Hispanic Society of America, Upper Manhattan
  • New York Academy of Medicine
  • Nicholas Roerich Museum
  • Schomburg Center for Research in Black Culture

 

Gostou das indicações? Tem mais algum lugar que gostou e que não está na lista? Deixe aqui o seu comentário 🙂

Dica de compra: Base para unhas

Esta é uma das minhas bases preferidas para unhas fracas.
Já havia postado esta dica na minha página em fevereiro deste ano, mas como acho ÓTIMA esta dica, decidi trazer para o blog.
Esse produto serve para mulheres e HOMENS (sim, porque homem também tem que ter mãos bem cuidadas)

HARD AS NAILS, da marca Sally Hansen

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Descobri esse produto por acaso quando precisei comprar uma base para as minhas unhas que viviam quebrando e rachando.Experimentei e amei. Segundo o fabricante, o produto faz com que as unhas cresçam mais e mais fortes.Ele é encontrado facilmente nas farmácias (que é onde eu costumo comprar) e supermercados.Quando eu uso essa base, fico muito feliz com o resultado, pois ela deixa as unhas com aparência de limpas e bem cuidadas.Tenho que confessar que também uso quando não dá tempo de passar um esmalte 😉

O bom é que esse produto também RENDE bastante.

Se mais alguém já usou esse produto e quer deixar sua opinião, fique à vontade para postar aqui 🙂

 

 

O que fazer em Nova York com crianças?

Essa é uma pergunta muito corriqueira na minha caixa de mensagens: “quais os programas em NY que são voltados para as crianças?”.

Para ajudar a responder esta pergunta, encontrei este livro muito bacana, escrito pela Samantha Chapnick e com o título de “Around New York City with Kids”. A edição que eu li foi publicada em 2011 (eu sei, um pouquinho atrasada), mas traz 68 dicas preciosas sobre o que fazer com os pimpolhos na Big Apple.

 

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  1. Alley Pond Environmental Center
  2. American Museum of Natural History
  3. The Art Farm in the City
  4. Books of Wonder and Cupcake Cafe
  5. Broadway on a Budget
  6. Bronx Zoo
  7. Brooklyn Botanic Garden
  8. Brooklyn Bridge and Dumbo
  9. Brooklyn Children’s Museum
  10. Brooklyn Museum
  11. The Cathedral Church of St. John The Divine
  12. Central Park
  13. Central Park Zoo
  14. Chelsea Piers
  15. Children’s Museum of Manhattan
  16. Children’s Museum of the Arts
  17. Coney Island
  18. El Museo Del Barrio
  19. Ellis Island
  20. Empire State Building
  21. F.A.O Schwarz
  22. Forbidden Planet
  23. Greenway Bike/Walking Path
  24. Guggenheim
  25. Historic Richmond Town
  26. Intrepid Sea, Air & Space Museum
  27. Jewish Museum
  28. Karma Kids Yoga
  29. Liberty Science Center
  30. Lower East Side Tenement Museum
  31. Madame Tussauds Wax Museum
  32. Madison Square Garden
  33. Metropolitan Museum of Art
  34. Moomah
  35. Movies for Kids
  36. Museum of Modern Art
  37. Museum of the City of New York
  38. National Museum of the American Indian
  39. NBC Studios Tour
  40. New Victory Theater
  41. New York Aquarium
  42. New York Botanical Garden
  43. New York City Fire Museum
  44. New York City Police Museum
  45. New York Hall of Science
  46. New-York Historical Society
  47. New York Public Library
  48. New York Transit Museum
  49. Noguchi Museum & Socrates Sculpture Garden
  50. Prospect Park
  51. Prospect Park Zoo
  52. Puppetworks
  53. Queens Museum
  54. Queens Zoo
  55. Radio City Music Hall
  56. Rockefeller Center and the Ice Rink
  57. Rubin Museum
  58. Snug Harbor
  59. Sony Wonder Technology Lab
  60. South Street Seaport Museum
  61. Staten Island Zoo
  62. Statue of Liberty
  63. Symphony Space
  64. Toys R Us
  65. United Nations
  66. Victorian Gardens
  67. Wave Hill
  68. Yankee Stadium

Eu incluiria ainda nesta lista,

* Washington Square Park

* Lego Store

* M&M’s Store

* Dylan’s Candy Bar

* Bondinho que vai de Manhattan para Roosevelt Island (também conhecido como o Bondinho do Homem Aranha)

* Franklin D. Roosevelt Four Freedoms Park

* Max Brenner Chocolate Bar & Restaurant

* Build a Bear Store

* American Girl Store

* Museum of the Moving Image

* Discovery Times Square

* Grand Central Terminal (por causa do desenho MADAGASCAR)

* Disney Store

Com certeza, a lista é mais longa que esta, MAS estes são os pontos mais conhecidos e servem como um bom ponto de partida para começar a decidir o roteiro para NY.

E você, conhece mais algum ponto turístico bacana para andar com crianças? Deixe aqui seu comentário 😉