O Que Fazer Quando Enganam Você nos EUA?

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Olá Pessoal!

Ontem, uma ex-hóspede e agora amiga 🙂 me mandou mensagem contando que contratou os serviços de uma brasileira nos EUA para preencher os formulários do green card para ela. O valor cobrado foi de U$250.00 e o contato todo foi feito via internet e telefone.

Pois bem, ontem minha amiga mandou mensagem dizendo que a mulher preencheu o questionário errado, inclusive com erro de digitação. Quando a cliente foi reclamar do serviço, a mulher disse que estava “treinando uma pessoa para preencher os formulários”. Páaaaaaaara tudo!!! Você está treinando alguém e não vai revisar o trabalho dessa pessoa????!!! Sorry, mas essa não cola. Em um outro momento, ela afirmou que o processo da cliente foi muito difícil, como se isso justificasse os vários erros. Eu não sei que tipo de cliente ela pega, mas a cliente em questão casou (de verdade) com um americano e agora quer o green card para poder trabalhar. Nada mais justo. Se você, prestadora do serviço, acha que o caso é muito difícil para você, é bem fácil resolver: peça desculpas a cliente, devolva o dinheiro e deixe que ela procure alguém que saiba fazer.

O pior da história é que a mulher, além de pilantra, foi grosseira e jogou a “culpa” de tudo nas costas da cliente, dizendo que a cliente mandava muitos e-mails com perguntas. Oi?!

Só para deixar claro: a brasileira que “estava cuidando caso”, ou melhor, que fingiu cuidar do caso, NÃO É ADVOGADA. Na verdade, quem já pediu green card sabe que NÃO É PRECISO CONTRATAR UM ADVOGADO PARA FAZER O PROCESSO. É possível fazer tudo sozinha. Mas, o governo aqui adora papel e é muita coisa para responder naqueles formulários. Por isso, minha amiga pagou alguém para ajudá-la no preenchimento. Fez isso porque queria ter a certeza de que tudo sairia direitinho. Infelizmente, não foi o que aconteceu 😦

Ela tem tudo documentado em e-mails e prometeu que escreverá um post contando essa história, inclusive com o nome da tal brasileira (que mora em Houston), para que NINGUÉM caia no conto do vigário. Eu não sei de vocês, mas U$250.00 para mim é bastante dinheiro 😦

A minha mensagem para vocês, depois de mostrar esta história aqui, é a seguinte: tem muito pilantra nos EUA. E não estou falando que é só brasileiro: nós mesmos tivemos problemas com um contador americano, por exemplo. E olhe que ele veio super recomendado por uma amiga que já havia usado os serviços dele várias vezes.

Pesquise bem sobre o profissional, veja se tem mesmo a licença que diz que tem, veja os reviews do serviço, pergunte nos grupos do facebook. E se, por fim, não der certo, DENUNCIE! Não só no facebook, mas na polícia. Tente fazer os contatos com a pessoa via e-mail/mensagem para que fique tudo documentado. Mesmo estando ilegal, se uma pessoa for enganada por outra, ela deve ir sim procurar a polícia. Em teoria, a polícia não quer saber o seu estado imigratório (sempre que eu procurei a polícia aqui, nunca me perguntaram se eu era legal ou não).

Também é possível levar o caso para a corte. Este tipo de malandragem se chama SCAM e no caso, essa mulher é uma SCAMMER.

Para quem quiser saber um pouco mais sobre esse assunto de scam, é só entrar nesse site: https://www.usa.gov/stop-scams-frauds (atenção: este site não é o site oficial do governo)

Pedi a uma amiga para ajudá-la e agora vamos ver se sai ou não sai esse GC 🙂

Aguardem…mais notícias sobre esse caso serão postadas aqui no blog.

Vejo vocês no próximo post! Byeeeeeeeee

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Estátua do Capitão América no Brooklyn

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Olá Pessoal!

Hoje eu vou falar sobre um assunto especial para quem é fã de super heróis (como é o Lukinha) 🙂

O Capitão América, personagem criado por Joe Simon e Jack Kirby, ganhou este ano uma estátua. E ela viajou lá do Comic-Con de São Diego até o Brooklyn, em NY. E gente, essa estátua pesa 1 tonelada, ou seja, MIL KILOS 🙂

A estátua é um presente da Marvel pelos 75 anos de aniversário do personagem, que é “filho do Brooklyn” (apesar de parecer que muita gente desconhece este fato, principalmente os moradores do Brooklyn…rs).

A estátua inicialmente foi exposta no Prospect Park, com uma festinha de inauguração no dia 10 de agosto (não fui, mas pelas fotos, parece que foi bacana) e, por lá ficou durante 2 semanas. Depois, ela foi movida para o plaza que fica do lado de fora do Barclays Center e, por lá ficou até o início de outubro, sendo transferida para o Sunset Park.

As fotos abaixo foram gentilmente cedidas pelo nosso hóspede e amigo Lopes, que esbarrou na estátua quando estava passeando pelo Brooklyn, no início de setembro. Segundo o relato dele, não havia NINGUÉM tirando foto da estátua e ela parecia estar passando despercebida pela vizinhança. Depois que ele tirou várias fotos, as pessoas ficaram curiosas e foram ver o que era…rs

Segue as fotos:

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E para quem estiver hospedado em Astoria 😉 é só pegar a linha N do metrô, sentido Manhattan, lá na estação Astoria Boulevard, descer na 36 street (são 15 paradas) e aí caminhar aproximadamente 9 minutos até a loja, que fica no endereço: 850 3rd Ave, Brooklyn, NY 11220, USA. A estátua fica em frente a loja Bed, Bath, & Beyond (que eu adoro!) Ainda não fomos até lá, mas parece fácil 😉

Para quem estiver visitando a cidade, sugiro uma passadinha lá. É um programa gratuito, diferente e as crianças ficam loucas com este tipo de coisa. Depois de tirar fotos, não deixe de visitar a loja Bed, Bath & Beyond que é ótima!!!!!

Vale lembrar que, em teoria, a estátua ficará lá até o final de 2016. Não consegui encontrar nenhuma informação na internet dizendo para onde ela irá, mas espero que ela continue em NY ❤

 

Vejo vocês no próximo post! Byyyyeeeeee

 

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Megabus X Trem em Nova York

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Olá Pessoal!

Este post foi indicação de uma pessoa que segue a gente lá no facebook (www.facebook.com/viajantesemmala).

O que eu acho melhor: viajar de megabus ou trem?

Megabus, para quem não conhece, é um ônibus com passagens a partir de UM DÓLAR 🙂 Claro que, para pegar esta barbada, é preciso comprar com bastante antecedência e ter sorte em relação a dia e horário. Para Washington Dc, por exemplo, já usei o ônibus ida e volta e paguei U$10.00 + taxas (U$5.00 por trecho). O ônibus é super confortável e tem internet gratuita.

Trem, operado pela AMTRAK é uma outra opção bacana para chegar em vários pontos dos EUA. Minha última viagem de trem foi quando eu ainda estava grávida do Lukinha e viajei com o Uka e meus primos para Washington Dc. Compramos com antecedência e pegamos um preço “barato” para o trem. A viagem foi ótima e eu recomendo também este meio de transporte.

Então, qual é o melhor?

O melhor é aquele que o seu bolso pode pagar naquela momento 🙂

A viagem de trem é beeeemmmmm mais cara que a de ônibus, MAS vale a pena se você estiver com outros amigos. Aliás, pelo menos uma vez na vida vale a pena usar este meio de transporte.

Agora que somos três aqui em casa, o megabus é quase um carro particular…rs

Para acessar valores e rotas do MEGABUS, é só acessar o link:

http://www.megabus.com

Para acessar valores e rotas do AMTRAK, é só acessar o link:

http://www.amtrak.com

Ah, e aqui vão alguns dos destinados mais visitados usando estes dois meios de transporte entre os nossos hóspedes:

  • Washington
  • Filadélfia
  • Boston
  • Baltimore
  • Atlantic City
  • Chicago

Lembrando que, caso você fique hospedado em nosso apartamento, nós te ajudamos a comprar as passagens online 😉

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E o Doutorado Está Chegando!

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Olá Pessoal!

Sim, este é mais um daqueles meus posts bem pessoais 🙂

Quem acompanha a gente aqui no blog sabe do meu desejo ENORME de voltar a estudar. Sempre gostei e sempre vou gostar desse ambiente acadêmico.

Tentei já o doutorado aqui, mas para todos os que tentei, por necessitar da bolsa de estudos, acabei não sendo aceita. Até tive oferta de começar o curso SEM BOLSA E PAGANDO, mas para mim não dava.

Mas, como eu acredito que, aquilo que é para ser, SERÁ…agora terei uma grande chance de começar o meu tão sonhado doutorado no início do ano que vem \o/ Vou contar para vocês como 😉 Senta que lá vem história!

Conheci meu orientador do doutorado por volta de 1996, quando eu…estudante de psicologia, me enfiava nos congressos de Psiquiatria (sim, ele é psiquiatra, assim como era psiquiatra o meu orientador do Mestrado). Nessa época, ele era da área de Psicofarmacologia (considerado um dos melhores do Brasil) e eu NUNCA imaginei que faria nenhum estudo com ele (já que nunca pensei em estudar nada nessa área de expertise dele). Massssss, ele conheceu a terapia cognitiva, se apaixonou pela área e virou (na minha opinião) um dos melhores terapeutas na área. E é aí que começa a minha história profissional com ele. Em 2007, eu o convidei para fazer parte da minha banca de Mestrado (a defesa foi escrita) e ele ACEITOU. Imaginem a minha felicidade nessa época. Mas, eu me mudei no mesmo ano para NY e acabei me afastando um pouco da área de Psiquiatria/Saúde Mental. Contudo, em 2012, eu fui a um curso dele (o primeiro curso dele em Terapia Cognitiva Processual – a abordagem que ELE CRIOU derivada da Terapia Cognitiva). O curso foi ótimo e, melhor ainda, foi finalmente me apresentar a ele 🙂

Uns dois anos se passaram depois disso. Ele vinha fazer cursos em NY e acabamos nos desencontrando. Até que, em 2015, eu fui fazer o curso de Certificação em TCP (que em inglês é TBCT – Trial-Based Cognitive Therapy) e começamos a trabalhar juntos. Este final de semana houve a minha TERCEIRA participação nesses cursos e, minha tese será sobre essa teoria.

Não posso expressar a minha gratidão ao meu futuro orientador por me dar esta oportunidade. Farei o curso na UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (que é onde o meu orientador orienta) e, para isso, terei que ir algumas vezes ao Brasil. A coleta e análise de dados será feita aqui em NY ❤

Eu sei que os doutorados demoram de 4 a 5 anos, mas estamos pensando em correr com tudo para finalizar em, no máximo, 3 anos e meio.

Com esse título de doutora em mãos, eu poderei conseguir a minha licença como Psicóloga (e não precisar mais da licença de Mental Health Counselor – que é a que eu tenho atualmente) e, com certeza, além da minha satisfação pessoal, também conseguirei melhorar financeiramente para dar uma vida melhor para o Lukinha 🙂

Bom, por enquanto é isso! Amanhã conto mais um pouquinho dessa preparação para a seleção e, também vou recomendar os serviços de uma profissional que está me ajudando nesse processo de preparação de documentos.

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Loja de Outlet da GAP no Queens

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Olá Pessoal!

Então, sabe aquelas roupas que você AMA de paixão e que te fazem pegar um ônibus para o outlet só para ir buscá-las, fazendo com que você perca o seu precioso tempo? Pois é, pois agora os seus problemas acabaram 🙂

Existe uma GAP FACTORY STORE (& OUTLET) no Queens \0/ e, para quem fica aqui em casa, demora 30 minutos para chegar (contando da saída aqui de casa até a entrada na loja).

Lembre-se que em NY, produtos de vestuário (roupas e sapatos) que custam até U$110.00 a unidade, possuem ISENÇÃO de taxas, ou seja, essa história de ir para NJ porque lá não tem taxa nesses itens é balela, já que em NY é a mesma coisa ❤

Vamos lá para o endereço:
37-32 82ND Street, Queens, NY 11372 e o fone é  (718) 672-4802

 

Horário de funcionamento da loja:

Abre TODOS OS DIAS, das 10:00 às 8:00pm

(no domingo, fecha às 7:00pm ao invés de 8:00pm)

É só pegar o metrô da linha amarela (R) no sentido Uptown Queens (para quem já está no Queens, o sentido é Forest Hills). Descer na Roosevelt Av – Jackson Heights Station e caminhar por aproximadamente 8 minutos até a loja. Viu só como é fácil?! Lembrando que, por essas bandas do Queens, é possível visitar outras lojas com preços ótimos.

Essa dica de hoje é do Uka 🙂 Ele foi buscar uma encomenda de uma cliente que compramos online no site da CARTERS e foi enviado (pelo correio – GRATUITAMENTE) para uma loja que fica DO LADINHO DA GAP 🙂

Ou seja, você pode comprar produtos na CARTERS online, enviar para a loja lá perto da GAP e, de quebra, aproveita para fazer mais comprinhas.

Lembrando que, quem fica hospedado aqui em casa ou utiliza os nossos serviços de amiga de aluguel, pode fazer uso, de forma GRATUITA, do nosso cartão de crédito (para essas compras online – e, assim, economizar na IOF e demais impostos dos cartões de crédito brasileiros) e pagar (em dólar) quando chegar em NY.

Espero que aproveitem bastante essa dica. E…prometo que farei um post explicando como fazer compras na carters online e pedir para entregar na loja 😉

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O meu 11 de Setembro de 2001

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Esse post foi gentilmente escrito por um amigo americano que aceitou o meu pedido para escrever para o blog e contar sobre aquele fatídico dia, que hoje está fazendo 15 anos. Ele me escreveu em inglês e, segue aqui o texto em português:

“Esse é um dia que está marcado não apenas no meu coração, mas na vida de muita gente. Praticamente TODOS os meus amigos perderam alguém ou conheciam alguém que morreu naquele dia. Para mim, em especial, este é um dia de muito sofrimento e, conto agora o porque: tinha combinado com uma amiga de tomar um café lá em Downtown. Por uma daquelas coisas do destino, eu me atrasei – e sou SUPER RIGOROSO com horário. Ela me disse que faria uma atividade antes do nosso encontro para ganhar tempo. E assim ficou combinado. Quando cheguei em Downtown, escutei um estrondo e todos apontavam para cima: o primeiro avião tinha atingido uma das torres. Na hora, fiquei tomado por um pânico e minha mente simplesmente “deu um branco”. Fiquei olhando para o alto por um bom tempo e, mesmo olhando aquelas pessoas ao meu redor, todas apavoradas, eu não conseguia me mexer e nem tomar nenhuma atitude. Quando o segundo avião atingiu a outra torre, achei que estava em um sonho, ou melhor, em um pesadelo e que a qualquer momento eu iria acordar. Lembro-me de minhas pernas ficarem bambas e minha respiração ofegante. Pensei: “não é possível isso! O que está acontecendo?!”. Ouvi algumas pessoas gritando: “terroristas”, mas eu simplesmente não conseguia assimilar aquela informação. Comecei a ter dificuldades para respirar (porque sou asmático e muito estresse me deixa sempre assim); por isso, comecei a me afastar daquela região. Quando as torres vieram ao chão, eu estava já perto de Midtown e escutei as pessoas falando sobre o caos que estava em Downtown, com a poeira e as pessoas embaixo dos escombros. Vi uma pessoa falando ao telefone e me lembrei de minha amiga. “Ela deve estar furiosa comigo”, eu pensei. Tentei ligar mas não completava. Meu celular estava com a bateria quase descarregada e, decidi ir para casa. Moro em Manhattan (perto do Central Park) e com muito esforço consegui chegar. A essas alturas, estava com dor de cabeça de tanto assistir aquelas cenas pela TV e decidi tomar uma aspirina e dormir um pouco. Quando eu acordei, já com o celular carregado, tentei o contato com a minha amiga, mas novamente sem sucesso. Como ela era minha amiga de muito tempo, liguei para os amigos dela. Lembro-me claramente de ouvir o que tinham a dizer e ficar completamente sem fala. Como? Ela estava em uma das torres? Impossível, ela combinou que me encontraria para um café! Por um momento, eu havia me esquecido completamente que ela havia aproveitado o tempo do meu atraso para resolver um problema do escritório. Para mim, esta foi uma culpa que carreguei por muito tempo: o meu atraso fez com que ela fosse até um dos prédios. Por MINHA CULPA ela morreu. Depois de muitos anos e muita terapia, consegui entender que eu não tenho esse poder todo e que o universo não gira ao meu redor.

TANTA COISA que eu queria ter dito para ela e não disse! Tanta coisa que gostaria de ter vivido com ela e não vivi. Tantas lembranças e tanta dor.

Sei que assim como eu, outras pessoas também guardam seus dramas pessoais daquele dia. E, mesmo com 15 anos de distância, olhamos para trás e sentimos como se tivesse sido ontem. Esta é uma ferida que talvez nunca cicatrize, e ela não é só minha! É de um mundo inteiro!!!”

11 de setembro de 2016

Indicação de Livro: 102 Minutos

Olá Pessoal!

Aproveitando que o 11 de setembro está chegando (já se passaram praticamente 15 anos desde a tragédia), decidi compartilhar com vocês a sugestão de um livro para quem se interessa pelo assunto.

O nome do livro é 102 minutos. Li o livro em inglês, mas sei que ele existe traduzido para o português.

Segue abaixo a sinopse do livro em português:

102 minutos.

Entre o instante em que o primeiro avião atingiu a Torre Sul do World Trade Center, às 8h46 do dia 11 de setembro de 2001, e o momento em que a Torre Norte desabou, passaram-se 102 minutos.

É este intervalo de tempo que os jornalistas Jim Dwyler e Kevin Flynn, repórteres do New York Times, recriam nesse livro eletrizante. Para isso, adotam uma estratégia reveladora – dar voz às pessoas que estavam dentro dos prédios naquele momento.

A partir de centenas de entrevistas com agentes de resgate e sobreviventes, documentos oficiais, gravações de telefonemas, e-mails e transcrições de pedidos de socorro nos serviços de emergência, produzem uma reportagem investigativa de primeira qualidade.

Expõem também, de forma dramática, os motivos das falhas nos serviços de bombeiros e da polícia de Nova York – que o mundo todo reputava como impecáveis.

A habilidade narrativa dos autores, somada a diagramas da estrutura das torres, reconstitui para o leitor a confusão e o caos que dominaram o ambiente no interior dos prédios.

Um relato implacável, que traz à tona detalhes impressionantes, encontros fortuitos, reações intempestivas, momentos de heroísmo e incompetência – e muito sofrimento.

Não quero falar muito sobre o livro para não correr o risco de falar demais, mas posso dizer que este é um daqueles livros que, mesmo você JÁ sabendo o final, ele é tão interessante que não dá vontade de largá-lo.

Ao finalizar o livro, lembro-que de pensar: “puxa, não era para ter morrido tanta gente do jeito que morreu!”. E esse livro, bem detalhado, mostra todo o acontecimento e traz informações que a gente não viu nos noticiários.

Definitivamente, este é o livro #1 para quem quer entender um pouco essa tragédia que, mexeu com todo o mundo.

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Ela me Representa!

We_Can_Do_It!

Olá Pessoal!

Nosssaaaaa, como eu fico brava quando eu vejo alguém jogando lixo no chão. E se a pessoa estiver perto de mim, vou lá, recolho o lixo e coloco na lixeira. Se não tiver nenhuma perto, sempre trago um saco de lixo na bolsa e coloco dentro (de preferência, na frente do porcão ou porcona). Parece que o Lukinha já aprendeu a lição e o lixo costuma colocar no bolso ou na mochila ❤ Ele diz que está “saving the planet” 🙂 🙂 🙂

Sabia que no Brasil, em alguns estados, as pessoas recebem MULTA se jogarem lixo no chão?! E dependendo do que for jogado, a multa vai de 150.00 reais e pode chegar a quase 5 mil reais.

Aqui nos EUA também há multas (e pesadas) para este tipo de comportamento. Saiba que aqui você pode ser multado até se colocar o SEU LIXO no cesto de lixo de alguém (que não seja o público, é claro).

Toda essa conversa acima é para falar de uma moça que, cansada de ver pessoas jogando lixo no chão, decidiu agir. Isso foi na Rússia, mas poderia ter acontecido em qualquer lugar do mundo. O que ela fez foi….bom, eu ía contar aqui o que ela fez e registrou em vídeo, mas eu acho que vale a pena você assistir o vídeo no está no link abaixo:

http://www.littlethings.com/litter-vigilante/?

ELA ME REPRESENTA! Só não faço isso aqui porque não tenho moto 😉

Aqui em NY, EU JÁ VI gente sendo multada por jogar lixo no chão e na plataforma do metrô. Portanto, nada de jogar lixo no chão quando estiver visitando a cidade 😉

Eu sei que muitos vão dizer: ah, mas o que é mais um lixo no chão?! Lembre-se disso quando chover e o bueiro estiver entupido e as ruas alagadas. Não adianta nada a prefeitura ficar mandando limpar os bueiros quando as pessoas INSISTEM em jogar lixo nele. BUEIRO NÃO É LIXEIRA!!!!!

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A Luta CONTRA a Vacinação Infantil nos EUA

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Olá Pessoal!

Li hoje na internet MAIS UMA VEZ uma defesa de que VACINAS CAUSAM AUTISMO e, por isso, devemos deixar de vacinar as crianças.

Quando eu era pequena, esta questão de vacina era algo levado muito à sério. Meu pai pagava PARTICULAR para que estivéssemos com todas as vacinas em dia e, assim também era com os meus amigos. Eu NUNCA tinha ouvido falar de NÃO DAREM vacina para as crianças até o meu primeiro ano como moradora em NY.

Não sei dizer se esse movimento já existe há muito tempo, mas o que eu posso dizer é que SEMPRE existe uma BRIGA muito grande nos grupos do facebook aqui sobre essa questão.

Muitas escolas começaram a EXIGIR que as crianças fossem vacinadas e, isso gerou uma baita polêmica.

Uma vez, li um depoimento de uma mãe que me cortou o coração: ela dizia que o filho tinha uma doença no qual ele era PROIBIDO de tomar vacinas, mas que ficava com a saúde debilitada e, que qualquer doença destas PREVENIDAS com a vacina, causariam um estrago na vida do filho. Por isso, essa mãe pedia encarecidamente para que todas as mães vacinassem os seus filhos.

O autismo é uma das doenças que, na minha opinião, é a mais controversa. Há aqueles que tentam justificar o seu surgimento à luz de sua teoria e, ainda, há aqueles que NEGAM que a doença exista e afirmam que é tudo coisa de “gente doida”.

Como pesquisadora, posso falar que há um investimento GRANDE no estudo do autismo e, há MILHARES de respostas para essa mesma doença. Inclusive, faço sempre questão de publicar em meu blog profissional (www.cristianepassarela) todas as recentes pesquisas sobre o assunto.

A minha pergunta é sempre esta: você prefere que seu filho desenvolva autismo (se for este o caso de ser “transmitido” pelas vacinas) ou que seu filho tenha outras sequelas (podendo até chegar ao óbito) porque deixou de tomar as vacinas?

Lukinha tem todas as vacinas em dia e até que me provem que elas causam algo que seja LETAL para ele (ou que vá causar SEQUELAS GRAVES), ele continuará tomando as vacinas SIM.

Eu não sei se há este debate no Brasil, mas gostaria de ouvir a opinião de vocês sobre o assunto.

Lembrando que, quando eu falo de vacina, não estou falando da vacina contra a gripe, mas sim TODAS AQUELAS vacinas que tomamos quando pequenos, incluindo aqui a de pólio.

Desde já, peço que todos os comentários sejam construtivos, e que haja um respeito quanto à opinião alheia 😉

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A Melhor Notícia do Ano :)

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Olá Pessoal!

Pára tudo!!!!!

Preciso contar isso para vocês! Fiquei sabendo hoje!!!!

Finalmente aconteceu!!!!

O Gray’s Papaya abrirá uma filial até o final deste ano e em um lugar supppppper bem localizado para vocês: TIMES SQUARE!

Se você não sabe do que eu estou falando, dá uma olhada aqui no blog pois eu já fiz um post deles 😉

Eu não sei se eu fiquei muito feliz com a localização (pois a muvuca é sempre grande por lá e provavelmente vou continuar visitando o Gray’s Papaya da 72), mas fiquei sim MUITO FELIZ em saber que teremos uma outra opção e, que servirá para divulgar o MELHOR cachorro-quente da cidade.

Anotem aí o endereço: 612 eighth ave, ali pela Port Authority Bus Terminal (a rodoviária daqui). E tão cedo não sairão dali, pois o contrato de aluguel assinado é de VINTE ANOS 🙂 🙂 🙂 🙂 🙂

Quando chegar lá, não esqueça de pedir, além dos dois hot dogs, o suco de papaya OU o suco de piña colada. Tenho certeza que você não irá se arrepender.

Vejo vocês no próximo post! Byyyyeeeee