Dica da Viajante: Macy’s Backstage

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Olá Pessoal!

Anteontem levei minha cliente do “amiga de aluguel” no Queens Place Mall (não confundir com o Queens Center Mall, que é o outro shopping que fica no outro quarteirão) e ela adorou a loja de outlet da Macy’s. A loja é bacana mesmo e, por isso, vou compartilhar um pouquinho da nossa experiência com vocês. Como eu estava trabalhando, não pude tirar muitas fotos, mas essas que postarei aqui já darão uma idéia 🙂

A loja não é muito grande, mas a variedade é até boa. Como é uma loja de outlet, para encontrar bons deals… o negócio é VASCULHAR a loja.

Eu vi muitas promoções de casacos e os preços realmente estavam bons. A foto aí embaixo não me deixa mentir 😉

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Como é uma loja longe dos turistas, ela não estava cheia e não tinha filas para pagar (não tinha ninguém na nossa frente). Nossa experiência foi em dia de semana e pela manhã. Acredito que no final de semana deva ser mais cheia a loja.

A loja tem de tudo um pouco: roupas (bebês/crianças/adolescentes/mulheres/homens), sapatos, acessórios, roupas de cama/mesa/banho, artigos para casa, , brinquedos, etc.

Aproveitei a queima do inverno e comprei essa pantufa para o Lukinha. Segundo o Lukinha, a pantufa era confortável e ele adorou por ser do Starwars. Olha só o preço (está na foto):

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O que eu acho um diferencial desse outlet para os outros é que os produtos NÃO SÃO FEITOS PARA OUTLET (eu já expliquei sobre esse assunto em um outro post aqui no blog). São produtos que sobram nas lojas da Macy’s e eles colocam para outlet. Quando eu digo SOBRAM estou falando o seguinte: são produtos que não tem numeração suficiente em estoque, produtos que foram devolvidos e a loja recolocou para vender, etc.

Se o cliente achar que a loja não foi suficiente para atender as suas necessidades, é só sair do shopping, caminhar mais um quarteirão e ir até o Queens Center Mall (lá também tem uma Macy’s e outras lojas bacanas).

Para quem já visitou a Marshalls fica mais fácil para visualizar, pois esta Macy’s segue o mesmo estilo 🙂

Eles possuem um site e é possível dar uma olhadinha do que te espera lá:

https://www.macysbackstage.com/home

Endereço: 88-01 Queens Blvd (north side). Pegar o metrô R ou M em direção ao Queens e descer na Grand Avenue Newtown. Esse shopping (que aqui chamamos de MALL) fica perto do metrô.

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No final das compras, caso já esteja com fome, há duas boas opções no shopping: o RED LOBSTER (que fica no mesmo andar da loja) e o OUTBACK STEAKHOUSE, que fica no andar de cima (é só pegar a escada rolante que ele fica logo na saída dela).

Vejo vocês no próximo post! Byyyyeeeeeee

Cirque Du Soleil em NY – 2016

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Olá Pessoal!

Ahhhhh, o Cirque du Soleil ❤ ❤ ❤

Eu não sei de vocês, mas eu AMO essa companhia. Sou super fã e sou daquele tipo que chega a derramar lágrimas de tanta emoção com cada apresentação.

Esse ano, teremos o espetáculo KURIOS – CABINET OF CURIOSITIES.

O espetáculo é apresentado desde abril de 2014, mas em NY será a sua primeira vez 🙂 . Antes de chegar a NY,  o espetáculo passará por Washington,DC e por Boston.

O espetáculo foi criado e dirigido por Michel Laprise e eu, particularmente, pelo que eu li, considero esta apresentação imperdível.

A história é muito bonitinha: um inventor do século 19 cria uma máquina que desafia as leis de dimensão, tempo e espaço a fim de reinventar tudo a sua volta. Esse inventor viaja pelo mundo com a sua máquina e traz de suas “viagens” algumas “curiosidades” e, o desafio é saber usar o tal objeto que, para ele, ainda é desconhecido. Os personagens desse espetáculo interagem com personagens de outras dimensões (onde chegam para interagir com os objetos trazidos pelo inventor), destacando-se assim o poder da imaginação humana.

Esse será o primeiro espetáculo do Cirque du Soleil que o Lukinha irá assistir e, sendo ele um menino de uma baita imaginação, não poderia ter escolhido melhor debut para ele…rs

Optei por não colocar NENHUMA foto do espetáculo para atiçar a curiosidade de quem pretende assistir, mas quem quiser, é só jogar o nome do espetáculo no google que encontrará milhares de fotos. CONTUDO, coloquei o link do vídeo para que seja possível saber do que se trata o espetáculo (não sei porque, mas sempre acho que as fotos acabam tendo mais impacto do que o vídeo 😉 ).

Quem vamos?! 😉 🙂 🙂

Período: de 30 de setembro à 27 de novembro de 2016, lá no Randall’s Island Park (Under the Big Top)

Esse é o link com um pouquinho do que é o espetáculo:

https://www.youtube.com/watch?v=HmnJBc0M1lY

Para a compra de ingressos, o link é esse:

https://www.cirquedusoleil.com/united-states/new-york/kurios/group/company-party-idea?

Vejo vocês no próximo post! Byyyeeeeeee

Validação do Diploma de Enfermagem nos EUA

 

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Olá Pessoal!

Esse é um post que eu queria publicar há muito tempo, mas como não sou enfermeira, dependia de uma amiga para escrever. Na verdade, o que fizemos foi: ela mandou por mensagem de voz a explicação, eu transcrevi e ela revisou 😉 A Michelly (minha amiga enfermeira) já trabalha em NY como enfermeira há mais de 5 anos. Essa validação serve para qualquer estado dos EUA.

Para avaliar as credenciais da enfermeira que se formou fora dos EUA, é preciso entrar nesse site:

A CGNFS fica na Filadélfia, mas tudo pode ser feito online, ou seja, é possível fazer tudo com a pessoa morando no Brasil (o que eu particularmente acho muito mais fácil).

É preciso pagar uma taxa (esse é o link com os preços: http://www.cgfns.org/services/ces-professional-report/) para começar o processo. Uma vez que essa taxa seja paga, eles enviam para o solicitante (no caso você 😉 ) uma lista de documentos que precisam ser enviados para eles. Como é a própria CGNFS que entra em contato com a sua universidade para pedir a documentação necessária, é preciso que alguém na universidade esteja a par do seu caso (para agilizar – sabe como é Brasil, não é?!). Os documentos serão enviados em português mesmo, pois a agência possui os seus próprios tradutores.

O histórico que eles pedem é o histórico detalhado – caso não haja, é preciso mandar o conteúdo programático SEPARADO – como aconteceu com a validação do meu diploma de psicóloga.

Todo esse trâmite de mandar e receber documentos (o andamento do processo) é possível ser acompanhado pelo aplicante, seja via internet ou mesmo ligando para a agência. O processo para a minha amiga levou uns 6 meses.

Agora, essa é só a PRIMEIRA PARTE!

Depois de validado o seu diploma, a agência envia ao solicitante um documento chamado ATT (authorization to take the test). Só receberá esse papel se os seus documentos forem aceitos (no caso, validado). A partir disso, a pessoa estudará para fazer a prova da licença. Toda a pessoa que se forma em enfermagem tem que fazer – isso não vale apenas para quem estudou fora do país. Passando nessa prova, o profissional já consegue a licença.

O nome da prova de licença é NCLEX (National Council Licensure Examination).

Quando o solicitante receber o comunicado de que o seu diploma foi validado, no próprio documento vem escrita todas as informações necessárias para se inscrever na prova. Caso já queira dar uma olhada na prova, o site deles é esse:

No wikipedia também tem uma explicação detalhada:

Para trabalhar legalmente nos EUA é preciso ter autorização (visto de trabalho ou green card). Na época dela, existia o visto de enfermeiro, mas conforme uma pesquisa que eu fiz, esse visto foi extinto em 2009.

Eu sei que o processo parece difícil, mas não é! Eu mesma validei o meu diploma aqui (com a ajuda da Michelly, que imprimiu todos os formulários e foi um dia lá em casa para me ajudar a preenchê-los ❤ ). Para mim, parecia tudo muito difícil, mas depois que passa você vê que não é 😉

Uma dica: não deixe para fazer essa validação no final do ano. Aliás, acho que a melhor época para começar é depois do carnaval 🙂 Eu digo isso não pelo problema daqui (aqui quase não tem feriado), mas pela questão da universidade e dos correios no Brasil.

Espero que este post seja útil 🙂

Vejo vocês no próximo post! Byyyeeeeee

 

Dor e Superação de Mãe

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Olá Pessoal!

Sei que o título não dá muita informação sobre o que é o post, MAS foi proposital, pois eu não sabia exatamente o que escrever; quer dizer, queria que o título fosse algo mais leve para um tema tão pesado 😦

Esta semana, em um programa de televisão americana, Sue Klebold, a mãe de um dos atiradores da tragédia de Columbine, Dylan Klebold, decidiu dar uma entrevista depois de mais de 17 anos de silêncio. Assisti toda a entrevista com um peso enorme no peito, pois tenho um filho e tenho MUITO MEDO de que algo desse gênero um dia aconteça com ele (tanto dele ser vítima como ser o próprio atirador). Ok, pode ser que você leia isso e acha um pouco dramático da minha parte, mas esse é um grande medo que eu tenho. Já imaginou: você cria um filho com todo amor e carinho e, um dia, come bola feio e acaba acontecendo uma tragédia. Bom, vamos parar de blá blá blá e vamos voltar ao conteúdo do post 😉

O objetivo principal dessa entrevista, a meu ver, foi de divulgar o livro que ela escreveu chamado: “A Mother’s Reckoning: Living in the Aftermath of the Columbine Tragedy”, (em português: “O acertar de contas de uma mãe: vivendo depois da tragédia de Columbine”, em tradução livre). Antes de alguém vir falar que a mulher está se aproveitando da tragédia, é bom ficar claro que TODO o dinheiro que for arrecadado com esse livro será DOADO para serviços de saúde mental dos EUA (ela não especificou qual, mas já deve ter alguns em mente). Achei muito nobre da parte dela.

Eu não sei quantas vezes gravaram essa entrevista, mas fiquei admirada pela coragem dele em vir falar desse assunto que, apesar de tantos anos, ainda é uma ferida no coração de muitos americanos (esse foi o maior massacre em escolas nos EUA e serviu de “inspiração” para outros massacres ocorridos em outras escolas).

Já pedi o meu livro na biblioteca e estou aguardando. Ainda não li, mas tenho certeza que será aquele tipo de livro que será lido em no máximo dois dias.

Trabalhei com vítimas de violência e esse tema sempre chamou a minha atenção (por isso o meu interesse nesse livro).

Para quem tiver a oportunidade, pesquisa o nome dela no youtube e tenho certeza que a entrevista dela aparecerá (só não sei se com legenda em português).

Na entrevista, ela conta que NUNCA percebeu nada de anormal no filho e que desconhecia que ele já tinha pensamentos suicidas por, pelo menos, 1 ano antes da tragédia. Ela faz um alerta para os país, dizendo que eles devem conversar mais com os filhos para saber exatamente o que está acontecendo com eles e, mais importante, como eles estão se sentindo. Segundo ela, se isso tivesse sido feito, ela acredita que essa tragédia poderia ter sido evitada.

Para mim, a parte mais tocante da entrevista, foi quando o entrevistador perguntou se ela achava justo as pessoas chamarem o filho dela de assasssino. A resposta dela foi: “não sei se é justo, mas é verdade! Meu filho foi um assassino”. Como ela mesmo citou, demorou mais de 6 meses para a ficha dela cair de que o filho dela tinha REALMENTE feito tudo aquilo que falavam e ela só se deu conta disso quando a polícia apresentou as provas para ela.

Essa mãe conta que precisou fazer terapia por muito tempo e que preferiu não se mudar para outra cidade, pois o sistema de apoio dela estava todo lá.

Eu sinceramente não sei o que faria no lugar dessa mãe. Estou esperando ansiosamente para ler o livro e, poder conhecer um pouco mais sobre essa história, agora de um outro ponto de vista que ainda não havia sido explorado: o de mãe do atirador.

Para comprar o livro, é só clicar nesse link: http://www.amazon.com/Mothers-Reckoning-Living-Aftermath-Tragedy/dp/1101902752/ref=sr_1_1? (não vi nada falando sobre edição em português, mas deve aparecer ainda este ano).

Vejo vocês no próximo post! Byeeeeee

 

 

A Cor Púrpura, na Broadway

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Olá Pessoal!

Começou dia 18 na Broadway as apresentações da peça The Color Purple (A Cor Púrpura). A peça estará em cartaz até o dia 26 de junho de 2016.

O musical é baseado no livro ganhador do prêmio Pulitzer, da autora Alice Walker. Muitos podem lembrar do filme, de 1985, que foi dirigido por Steven Spielberg e que teve Whoopi Goldberg no papel principal. Nesse filme, até a Oprah apareceu e, inclusive, foi indicada para prêmios por sua atuação. Bom, voltemos as informações da peça 😉

A peça trata de questões de discriminação sexual e racial e a história é bem comovente: em 1906, em uma pequena cidade da Geórgia, uma adolescente de 14 anos (Celie) é violentada pelo pai e tem dois filhos dele. Ela é doada para um homem que a trata como companheira e escrava. Vivendo uma vida solitária e longe dos filhos, Celie começa a escrever cartas no qual ela pode escrever toda a sua tristeza e, com a entrada de novas pessoas em sua vida, ela se torna uma pessoa diferente e descobre que a vida é repleta de possibilidades e de amor.

Este musical conta com as atrizes Cynthia Erivo, Jennifer Hudson e Danielle Brooks.

Ainda não fui assistir, mas já está na lista 😉

Endereço: Bernard B. Jacobs Theatre, 242 W 45th St, New York, NY

Para comprar os ingressos, é só acessar esse link: http://colorpurple.com/

 

Vejo vocês no próximo post! Byyyeeeeee

Faxina em NY

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Olá pessoal!

Decidi escrever um post sobre esse assunto pois eu sei que muita gente pensa em vir para os EUA achando que vai ficar rica fazendo faxina. Vamos lá para alguns comentários sobre esse tópico. Lembre-se que tudo o que você ler nesse post reflete a MINHA opinião e o que EU vejo sobre o assunto. Além disso, estou falando de NY (os 5 boroughs) e não de Long Island, por exemplo, onde há muitas casas e o esquema é diferente.

Faxina americana é diferente de faxina brasileira. Agora, se você vai fazer faxina na casa de uma brasileira em NY, a grande maioria vai querer a faxina BRASILEIRA (mas pagar pela faxina americana 😉 ).

A faxina americana é aquela deo tipo ONDE O PADRE PASSA. Nada de limpar vidros e nem dentro de armários. Caso seja preciso, o contratante paga SEPARADO por esse serviço.

Também nada de passar e lavar roupas. Dependendo da família, eles podem pedir para colocar a roupa na máquina de lavar e/ou de secar. Aqui não temos o costume de passar roupa, a não ser aquelas roupas mais finas/sociais (e ainda sim há quem nem isso passe…rs).

Para ajudar a vida, aqui os produtos de limpeza REALMENTE limpam. Sabe aqueles produtos de propaganda que deixam tudo limpinho? Você encontra aqui 🙂

Não há o costume de usar RODO para passar o pano. Aliás, aqui a gente não acha rodo (como do Brasil) para vender nos supermercados. Aqui, temos um RODO ESPECIAL no qual você acopla uns paninhos avulsos para que seja passado UMA VEZ no chão e jogue fora o paninho. Isso acontece porque a maioria dos apartamentos aqui não possuem lavanderia. Eu particularmente tenho rodo, um pano de chão para a cozinha e um para os quartos (lá vai a diferentona…rs).

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Uma coisa boa (na minha opinião) é que algumas pessoas quase não cozinham em casa, então o fogão não fica tão difícil de limpar 🙂

O pagamento das faxinas costuma ser por HORA. Geralmente, são de 3 a 4 horas para limpar um apartamento. Aqui os apartamentos são, em sua maioria, menores do que os do Brasil, então fica mais fácil. E naquele esquema que eu falei…mais fácil ainda 🙂 As faxineiras costumam ganhar GORJETAS.

Aqui não é comum as pessoas contratarem alguém para limpar sua casa em comparação com o Brasil. O trabalho braçal aqui tem um valor muito maior do que no Brasil e é considerado um trabalho como qualquer outro.

Uma coisa que me deixa indignada quando eu entro em alguns grupos de brasileiros nos EUA é ver anúncios de “vendas de casas”. A pessoa não está vendendo um imóvel e sim vendendo a RECOMENDAÇÃO: ela recomenda você para fazer faxina e você precisa PAGÁ-LA para isso (e não é barato). Isso já é comum nesses grupos mas eu SEMPRE fico indignada com esse tipo de post 😦

NÃO é fácil conseguir esses bicos de faxina, então a menos que a pessoa já venha recomendada, é preciso fazer a clientela e isso pode demorar um pouco.

Vejo vocês no próximo post! Byyyeeeeee

Bicicletas Brancas em NY: O que são?

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Olá Pessoal

A primeira vez que eu vi uma “bicicleta branca” foi ali pertinho do Washington Square Park. Fiquei tão curiosa que cheguei em casa e vim pesquisar o que poderia ser aquilo. Descobri e compartilho aqui com vocês 🙂

São as GHOST BIKES.

A bicicleta branca é colocada no local (ou perto do local) onde um(a) ciclista ou pedestre foi morto(a) ou ficou machucado(a). Ela serve como um memorial e tem como objetivo não apenas lembrar a pessoa falecida mas também serve de conscientização para que as pessoas fiquem mais alertas no trânsito. Todas as bicicletas são colocadas.

Esse projeto começou em 2003 no Missouri e hoje já conta com mais de 630 bicicletas espalhadas pelo mundo. No Brasil, é possível encontrá-las nas cidades de São Paulo e Florianópolis. No site deles, há um texto informando que em SP, a cada 4 dias, um ciclista é morto na cidade. Alto esse índice, não é?! 😦

Desde que eu tomei conhecimento desse projeto, já me deparei com umas 6 bicicletas 😦 Sempre fico curiosa para ler a história de cada uma delas.

Para maiores informações, é só acessar o site do projeto: http://ghostbikes.org/

 

Vejo vocês no próximo post! Byyeeeeeeee

Dica da Viajante: Long Island City, em Nova York

Olá Pessoal!

Eu adoro Long Island City. Moro em Astoria e, muitas das minhas correspondências chegam com o nome de Long Island City, mas está errado! Astoria e Long Island City são lugares distintos e com suas belezas próprias. Nada de misturar as estações 😉

Long Island City, ou simplesmente LIC (como é mais conhecida a região), por ser um bairro do Queens (ou como chamam aqui: CITY) bem pertinho de Manhattan, tornou-se uma rota de fuga para pessoas que queriam morar bem, mas sem pagar os absurdos dos aluguéis da ilha. E isso fez com que novos prédios fossem construídos e, por conseguinte, o preço do aluguel DISPAROU, chegando muitas vezes a ser mais caro do que algumas localidades em Manhattan. Isso acabou refletindo até em Astoria, mas este será um assunto para um post futuro.

Outro ponto é a comodidade das muitas linhas de metrô que servem a região. São eles o E (linha azul), F e M (linha laranja), G (linha verde claro), além do N, R e Q (linha amarela). Isso torna o acesso a ilha facinho, facinho 🙂

Não confunda LONG ISLAND com LONG ISLAND CITY. A primeira NÃO tem acesso de metrô. Já vi gente em grupos de viagem recomendando Long Island como se fosse LONG ISLAND CITY. Muita atenção nessa informação 😉 Se você ficou bem pertinho de Manhattan com acesso fácil de metrô você estava em L-O-N-G   I-S-L-A-N-D  C-I-T-Y 🙂 🙂 🙂

Assim que você passa a Queensboro Bridge (que sai de Manhattan para o Queens), é possível ver um letreiro ENORME com o nome SILVERCUP. Esse estúdio abriu suas portas em 1983 e, desde então, é considerado o maior estúdio de NY.

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De acordo com o site deles, filmes, séries, propagandas e videoclips já foram filmados nesses estúdios. Isso significa que durante o seu passeio por LIC, talvez você esbarre em algum famoso pela rua 🙂 Para vocês terem uma idéia, vou listar aqui algumas dessas informações:

SÉRIES: Sex and the City (os filmes também foram gravados lá), Sopranos, 30 Rock, Gossip Girl, Vila Sésamo, Elementary e Mad Man.

PROPAGANDAS: Victoria’s Secret, GAP, TARGET, Macy’s e Nike.

FILMES: O diabo veste Prada, Amor à segunda vista, Gangues de Nova York, O amigo oculto, Entrando numa fria, O paizão, Pecados Intimos e Highlander.

VIDEOCLIPS: Madonna, Justin Timberlake, Whitney Houston, Britney Spears, Billy Joel, George Michael, Beyonce, Bon Jovi e Mariah Carey.

LIC também possui o MOMA PS1. Ele é afiliado ao Moma desde 2000. Para quem não conhece o MOMA PS1, ele é um dos maiores museus dos EUA dedicado exclusivamente a arte contemporânea. Eu já visitei o museu de dia e a noite (numa oportunidade que tive de ir em uma festa privada no museu). É um passeio imperdível! O website oficial deles é: http://www.momaps1.org/

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Para quem ainda busca ARTE em seu passeio, o LIC conta com o museu do artista japonês/americano Isamu Noguchi. O Noguchi Museum foi fundado em 1985 e passou por uma grande reforma em 2004. O jardim desse museu é lindíssimo. Já li em alguns lugares que este museu fica em Astoria, assim como o Socrates Sculpture Park (que fica a apenas 1 bloco do museu). Para tentar ser imparcial, decidi colocar o museu como parte de LIC e o parque como parte de Astoria 😉

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E finalmente, não poderia deixar de falar desse lindo parque que é o Gantry Plaza State Park. Quem visita a Roosevelt Island tem uma visão bacana de LIC e desse parque. Para quem já visitou a ilha e viu esta placa da foto, é lá o parque 😉

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Ele é um parque estadual que oferece playground para as crianças, mesas de piquenique, campos de jogos e uma vista de tirar de fôlego 🙂 Desse parque, dá para ver o prédio da ONU e a parte central de Manhattan (midtown Manhattan). Dá até para pescar lá no pier 4 🙂

O Gantry Plaza State Park é uma área arborizada de frente para o East River. Na verdade, este parque está localizado onde antigamente ficava um estaleiro e uma região industrial (muita gente atravessava de barco de Manhattan para o Queens para trabalhar). E ainda existe muitos comércios/empresas na região. Na data de 4 de julho é possível ver os fogos desse parque, que fica lotado e tem uma visão privilegiada de Manhattan.

Para quem fica hospedado aqui em casa, tenho sugerido pegar um ônibus na Steinway (o Q101) que vai até Manhattan e que passa por LIC. Para quem tem o cartão ilimitado do metrô, essa “viagem” é gratuita.

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O objetivo principal deste post de hoje foi mostrar que EXISTE SIM pontos turísticos FORA da ilha de Manhattan. E não fica LONGE como muita gente fala. E como já dizia o autor Richard Bach: “longe é um lugar que não existe” 😉

 

Vejo vocês no próximo post! Byyyeeeeeeeee

Friaca em Nova York

Olá Pessoal!!!

Eu gosto bastante de escrever sobre esse assunto, pois por mais que eu escreva e divulgue, sempre tem gente que ainda não sabe como funciona o inverno em NY.

NY não fica debaixo de neve o inverno inteiro e nem aquelas temperaturas congelantes fazem parte do nosso dia-a-dia. Veja que quando eu digo congelante, estou falando de algo abaixo de -15 C 🙂 Para quem já está acostumado com o frio, sensação térmica de ZERO ainda é quente…rs

Está previsto para este final de semana BAIXÍSSIMAS TEMPERATURAS, podendo chegar a sensação térmica a -30C. Se você está com viagem marcada para cá neste final de semana, não deixe de seguir as minhas dicas 😉

  • NUNCA saia na rua sem antes ter verificado a sensação térmica. Não se engane com o sol lindo que você vê pela janela. Verificar SÓ a temperatura é furada. Já vi diferenças de mais de 10 graus entre a temperatura e a sensação térmica.
  • NÃO ADIANTA pagar caro em roupas de inverno no Brasil. A menos que elas sejam importadas. Vale muito mais à pena comprar quando chegar no seu destino. PEDIR EMPRESTADO é algo que funciona bastante (e se você tiver medo de estragar a roupa da pessoa que emprestou, use apenas até o momento em que você comprar a sua).
  • INVISTA em roupa de inverno. Você pode querer viajar para outros países com baixas temperaturas e pode aproveitar a roupa. Outra opção é VENDER as roupas quando chegar no Brasil.
  • NÃO ECONOMIZE nas roupas. O frio aqui, nesses dias com baixíssimas temperaturas, é de “dar dor nos ossos”.
  • Coloque toda a roupa ANTES de sair para a rua. Eu não me canso de ver gente que está no quentinho de seu hotel, traz as roupas para a rua e começa a se vestir lá. Como dizem aqui: HUGE MISTAKE. O importante é você já sair quentinho de casa, mesmo que para isso você esteja “cozinhando” na roupa antes de sair.
  • Não saia de cabelo molhado no frio.
  • Com baixíssimas temperaturas, não fique pensando se o gorro ou o cachecol estão combinando. O importante é você se AQUECER! Aqui ninguém liga para o que você está vestindo 🙂
  • Quando a temperatura está muito baixa (como está previsto para este final de semana) isso não significa que haverá neve.
  • Abusem das bebidas quentes (café, chocolate e chá) quando estiverem andando pelas ruas. Isso ajuda bastante!
  • A maioria dos estabelecimentos possuem aquecedor, por isso, esteja preparado para entrar nas lojas, por exemplo, e tirar o casaco. Se você estiver com um bom casaco, não é preciso mais do que uma camisa de manga longa e um pulover por baixo da jaqueta/casaco. Couro NÃO costuma esquentar MUITO, principalmente se for produto comprado no Brasil.
  • Para estes dias de muito frio, prefira visitas a museus e lojas (a Macy’s é enorme e é um ótimo lugar para fugir do frio. Como eles possuem restaurantes e cafés dentro da loja, você só vai sair dela para voltar ao seu hotel).
  • Se você tem problema de alergia ou se tem problemas respiratórios, sugiro trazer uma farmacinha na mala (antialérgico, xarope, analgésico). Aqui temos bons remédios, mas nem todos estão disponíveis sem receita médica).
  • Mesmo que o dia esteja NUBLADO, se estiver ventando eu uso óculos escuros. Isso aqui é bem comum para driblarmos o vento nos olhos.

Eu adoro inverno, mas essas temperaturas muito baixas são de matar qualquer animação de sair de casa. Essa é um tipo de temperatura que não agrada nem quem mora aqui, já que não estamos acostumados com invernos tão frios diariamente.

Se o turista estiver bem agasalhado ele(a) vai poder aproveitar bastante.

Uma última dica: quando você comprar uma passagem para NY no inverno, com algumas semanas/meses de antecedência, NÃO TEM COMO SABER SE ESTARÁ MUITO FRIO OU NEVANDO. Isso só quando já estiver com 1 semana ou menos de antecedência. Se o turista tem medo de pegar este tipo de temperatura, sugiro sinceramente que ele escolha outra época para vir ou que compre a passagem na semana do embarque (assim é possível checar a previsão do tempo).

Ah, esta é a temperatura que está fazendo no momento. Temos -5C com sensação térmica de -9C

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Se gostou do post, não esquece de curti-lo 🙂 ❤

Vejo vocês no próximo post! Byeeeeeeee

Galo da Madrugada: Eu Toquei Lá!

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(Fonte: google.com.br)

 

Olá Pessoal!

Aproveitando essa semana do carnaval, pedi ao Uka Gameiro para escrever a experiência dele em TOCAR no Galo da Madrugada. Segue abaixo o texto dele:

“Aproveitando esses dias de carnaval no Brasil, resolvi relembrar uma memória de um dos meus carnavais como músico no Brasil, especificamente em Recife. Tive o prazer e a experiência sempre única (como alguns falam) de tocar no Galo da Madrugada.

O Galo da Madrugada é um bloco carnavalesco que sai todo sábado de carnaval do bairro de São José, um dos bairros da região central da cidade do Recife, capital do estado de Pernambuco, nordeste do Brasil.

Foi oficialmente considerado pelo Guinness Book – o livro dos recordes – o maior bloco de carnaval do mundo em 1995. Em média, o número de pessoas que acompanham a festa é de 2.5 milhões de pessoas.

Isso aconteceu no ano de 1996, na época eu tocava em uma banda que tocava ritmos de Pernambuco, como: Côco, Baião, Maracatu e claro, Frevo. O Frevo foi o principal ritmo tocado no Galo da Madrugada.

O trajeto dura mais ou menos 6 horas, isso embaixo de sol, num calor de pra lá de 38 graus. Chega-se lá cedo pela manhã às 7:00 horas e passa-se o som do trio elétrico. Não lembro muito bem, mas acho que o horário para começar é às 8:00 ou 9:00 horas. Começando a tocar frevo, muito alto e forte até as 14:00 ou 15:00 horas, que também não lembro, é uma maratona musical. Não houve ensaio especial para este dia. A banda tocou o repertório que costumava tocar em outras festas. A única modificação do repertório foi, na verdade, acrescentar mais músicas de FREVO.

Eu, como baterista, não posso parar. Na verdade, tem sempre um baterista extra ou o percussionista que toca bateria enquanto você descansa um pouco. Marinheiro de primeira viagem, achei que aguentaria o sol, sem boné ou qualquer outra proteção, e também sem hidratação adequada, resultado: peguei uma ensolação. A noite, eu tinha outra apresentação, tive que ir todo queimado no rosto, com febre e dor de cabeça. Uma lembrança engraçada, como eu não tinha um creme para queimaduras ou qualquer coisa assim, passei hipoglós no rosto inteiro 🙂

Bem, infelizmente não tenho fotos ou vídeos da época para compartilhar mas é sempre uma experiência única tocar no Galo da Madrugada. A sensação de colocar milhares de pessoas para dançar é bem diferente: se você parar todo mundo pára.

A outra única sensação que vivenciei e lembra isso foi tocar no Rock in Rio em 2001 mas isso posso deixar para compartilhar com vocês em outro post no futuro”.

Gostaram? Eu já participei dessa festa, mas como foliona lá embaixo…rs

Até o próximo post! Byyyeeeeeee